Os meus últimos posts aqui no blog foram voltados para áreas como tecnologia, marketing ou publicidade. São caminhos que em algum momento se entrelaçam. Já o jornalismo, que pratico todos os dias no meu trabalho, ficou um pouco de lado. Não é porque cansei do assunto, mas não tinha novidade suficiente para ser debatido aqui no blog. Até o momento.
Então, vamos ao post. O jornalista da Rede Globo, Geneton Moraes Neto, fez um dos mais belos retratos do que é ser um repórter. “Repórter é aquele ser bípede que ganha um salário para se intrometer na vida dos outros. Ou para perguntar o que entrevistado preferiria não responder”. Neto vai mais além, ensina como o jornalista deve tratar as suas fontes, mesmo sendo celebridades.
“Uma das primeiras vacinas que o jornalista deve tomar, já no início da carreira, é a AD : anti-deslumbramento. Assim, ele aprenderá que estar próximo não é ser íntimo. Nunca. O fato de eventualmente conviver com quem é de fato importante e célebre, como presidentes, astros, estrelas, gênios e sumidades, não faz do repórter um integrante desta corte. Pelo contrário”.
Continuando no mesmo campo do jornalismo, prefiro dizer nos ensinamentos, sugiro a leitura da entrevista que Geneton fez com o jornalista norte-americano Carl Bernstein, famoso por derrubar um presidente dos Estados Unidos. Essa vale até guardar nos favoritos.
Foto: Flickrs / @reporterdofuturo
