Facebook integra sistema de comunicação online.

O cofundador e presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, lançou ontem (16) um novo sistema de comunicação da rede social, que integra e-mail, messenger, chat e SMS. A novidade será liberada apenas para alguns usuários selecionados pelo Facebook, e só funcionará nos EUA. Os prestigiados poderão convidar outras pessoas para participar da fase de testes da ferramenta.

Todas as novidades que envolvem as principais companhias do Vale do Silício são repletas de holofotes. Para você entender melhor o novo sistema de comunicação do Facebook, sugiro a leitura do post publicado pelo blogueiro/jornalista Thiago Dória.

Vale lembrar que anteriormente o Google havia prometido um serviço que iria substituir o e-mail, com o chamado Google Wave. Menos de um ano depois do lançamento, o serviço foi um fracasso. O serviço prometia uma comunicação em tempo real. Eu sou uma das pessoas que ficaram frustradas com o fracasso e a falta de usuários no site. Nem todos os lançamentos das gigantes da internet serão um sucesso. Tudo dependerá do gosto dos usuários.

Entrevista coletiva social

A Claro, um dos patrocinadores do Ronaldo Fenômeno, promoveu uma ação de marketing, com o jogador, no Facebook[bb]. Foi uma entrevista “coletiva” ao vivo. A atividade é uma nova tendência para promover as empresas nas mídias sociais.

Só participou quem “curtiu” a fan-page da Claro Brasil, no Facebook. As perguntas foram enviadas via Twitter, no canal oficial do jogador, usando a hashtag #pergunteaoronaldo. O jornalista Tiago Brant foi o mediador da “coletiva 3.0”.

Cada vez as coletivas estão mais abertas aos usuários, deixando de ser exclusivas aos jornalistas. Assim, o horizonte de perguntas não tem limites. Fica mais natural o fluxo de informações.

O mercado já percebeu que utilizar suas páginas no Facebook, com ações parecidas, torna a plataforma como excelente ferramenta de integração entre consumidores e a marca. Algo que deveria ter acontecido com o Orkut, o site que tem mais usuários no país.

Anteriormente, a Procter&Gamble também promoveu uma coletiva de imprensa na rede social. A ocasião foi à modelo Gisele Bündchen. Na ocasião, a modelo anunciou uma parceria entre a P&G e a Brasken.

Zynga: Começo de um império do entretenimento

Erguer uma empresa cujos serviços sejam tão indispensáveis que, no futuro, todos se perguntem como vivíamos sem ela, é o pensamento típico de todos os principais empreendedores do Vale do Silício. A frase se encaixa perfeitamente na boca de Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Larry Page e Sergey Brin. É a meta também do Mark Pincus, criado da empresa Zynga, a nova sensação da internet.

Chegamos num estágio que é difícil acreditar que vão surgir outros sites ou serviços que possam chamar a atenção de milhões de internautas. Se o Google é o império das buscas, a Zynga está se tornando do entretenimento. Ela é a produtora dos jogos/aplicativos para as redes sociais Facebook, MySpace e My Yahoo. Os mais populares são FarmVille e Mafia Wars.

Na contramão das empresas de tecnologia que dependem do dinheiro de investidores externos, com apenas dois anos e meio de vida, a Zynga pretende alcançar a marca de US$ 835 milhões em 2010. Boa parte da renda da empresa vem dos artigos específicos online vendidos em casa jogo, que oferece um status maior aos usuários perante seus amigos.

The Social Network – Filme sobre Facebook

A Columbia Picture divulgou o trailer do filme mais esperados pelos aficionados pelas mídias sociais, o “The Social Network”, que conta a história do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. O filme é baseado no livro polêmico “The Accidental Billionaires: the founding of Facebook, a tale of sex, money, genius and betrayal” (“Os Bilionários Acidentais: a fundação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição”), de Ben Mezrich. O livro é uma biografia não-autorizada do Zuckerberg que tornou um bestseller nos Estados Unidos.

A previsão de estréia do filme nos Estados Unidos é para o dia 1º de outubro. Já aqui no Brasil a previsão é para o mês de dezembro. O “The Social Network” é dirigido por David Fincher, o mesmo do “O Curioso Caso de Benjamin Button”, e tem Jesse Eisenberg no papel de Mark Zuckerberg, o cantor Justin Timberlake como Sean Parker, o co-fundador do Napster; e Andrew Garfield como Eduardo Saverin, brasileiro co-fundador do Facebook.

Brasileiros passam mais tempo em redes sociais e blog no mundo

A agência de notícia EFE divulgou mais uma pesquisa realizada pela Nielsen, empresa especializada em internet, sobre os hábitos dos internautas no mundo. Como não poderia ser diferente, os brasileiros são os internautas que passam mais tempo conectados às redes sociais e aos blogs, juntamente com os italianos e espanhóis no mês de abril.

A pesquisa revelou que pela primeira vez os internautas dedicaram às redes sociais uma de cada quatro horas em frente ao computador. Isso equivale 66% superior ao mesmo período do ano passado. Também teve um aumento de 24% nas visitas às redes sociais durante o último ano. Já nós os brasileiros, 86% dos internautas estão conectados a redes sociais sendo que em abril cada brasileiro dedicou, em média, mais de cinco horas a esses tipos de sites.

Outro dado interessante é que o Facebook foi o site em que os internautas de todos os países passaram em média seis horas por pessoa, considerando assim mais tempo em uma página. Mesmo assim, a rede social ficou somente em terceiro lugar em popularidade. Perdendo para o Google e o pacote da Microsoft (MSN, WindowsLive e Bing). No Japão o Facebook mostrou sem expressão, com somente 3% dos usuários de redes sociais.

Qual é a do Facebook?

O Facebook tomou o noticiário especializado em tecnologia nessas últimas semanas. Seu criador, Mark Zuckerberg, passou de ídolo para o senhor malvado. Isso, da noite para o dia. Na mesma velocidade com que as coisas acontecem na rede.

Alguns usuários decidiram fazer uma debandada do site. Eu não. Continuarei com o meu perfil. O artigo do jornalista Pedro Dória, do caderno Link do Estadão, falou sobre essa polêmica entorno do facebook. Vale à pena conferir. Segue um trecho:

Mais um capítulo na história da megalomania digital

Mark Zuckerberg quer dominar a internet. Seu plano tem método e se ancora na identidade de cada um. Há quase meio bilhão de pessoas que usam o Facebook com frequência. Estão entre os usuários mais ativos da internet. O Facebook sabe quem são os amigos destas pessoas, conhece seus hábitos de consumo e suas preferências culturais. Conforme mais e mais sites de serviço se aliam ao Facebook, mais o Facebook saberá sobre nossas vidas. E esta informação estará a venda.

O Facebook quer chegar ao ponto em que se alguém sabe quem é quem na internet, se uma única empresa sabe como vender o que para cada um de nós, será ele próprio. A identidade digital de todos nós será um perfil no Facebook.

Mark Zuckerberg não é o primeiro a querer dominar a internet. É só o último de uma história comprida que só. E o conceito de o que é “dominar a internet” tem variado um bocado.

Começou com a Guerra dos Browsers. Foram emocionantes os últimos anos da década de 90 do século passado. A web se popularizou por causa do primeiro software de navegação gráfico – o Mosaic. No topo da onda, o jovem estudante que havia escrito o programa se juntou ao fundador da Silicon Graphics e juntos eles puseram na rede o Netscape.

O raciocínio de Mark Andreessen, o programador, e Jim Clark, o executivo, era de que nossa base computacional deixaria de ser o sistema operacional do micro e pularia para a web. Um raciocínio ousado: nosso correio eletrônico, agenda, textos escritos, relatórios – tudo na web. A Microsoft, que tinha total monopólio do modelo antigo com seu Windows, entrou em pânico e partiu para a guerra aberta, total.

Embora o Explorer da Microsoft ainda esteja aí e o Firefox, baseado no Netscape, também tenha seguido uma carreira de sucesso, ambas perderam.

Assim como é irrelevante qual o sistema operacional que qualquer um use, hoje, tampouco importa qual o browser. Porque o domínio da internet passou a ser de outra ordem: quem controla o acesso a informação?

É o modelo Google que dominou os últimos dez anos. Conforme a internet cresceu, tornou-se impossível acompanhar toda informação em toda parte. E ao se transformar em site-centro de toda a internet, o Google foi além descobrindo um modelo de negócios.”

Confira aqui o artigo completo.

Sair ou não do Facebook

Pouquíssimas pessoas lêem os termos de privacidade ao criar um perfil em sites ou redes sociais[bb]. Eu me enquadro nesse grupo. Os americanos Matthew Milan e Joseph Dee fizeram o dever de casa. É o que parece. Eles lançaram a campanha “Quit Facebook Day” (Dia de sair do Faceboook). É uma manifestação contra a nova política de privacidade do site, então, os americanos programaram para o próximo dia 31 de maio para que as pessoas, insatisfeitas com o site, apaguem seus perfis.

Uma das queixas é que oFacebook[bb] não informa e nem oferece opções de privacidade alternativas. A manifestação online, assim como as off-lines, não chegará a afetar a página que possui mais de 400 milhões de usuários. Penso que o movimento é legítimo, quem não está satisfeito com o serviço delete o seu perfil.

A mudança na política de privacidade[bb]ocorreu em detrimento do novo projeto para tornar o site mais rentável economicamente. Com um universo de usuários, no seu bando de dados, eu ainda não consigo entender como uma plataforma desse porte não consegue ter um retorno financeiro consolidado.

O futuro é o Facebook?

É difícil prevê o futuro, principalmente relacionado à tecnologia ou a internet. Quem imaginaria que o Twitter seria uma febre entre os internautas e as empresas? Ninguém conseguiu prevê.

Já o Marck Zuckerberg, fundador do Facebook, imagina o futuro da internet. Segundo Marck, o seu site será a principal arquitetura da internet no futuro. O objetivo é colocar a mídia social no padrão principal da internet. A ideia é transformar o Facebook em uma plataforma de navegação.

Uma coisa é certa, o Facebook já é a principal rede social do mundo. Aqui no Brasil também não é diferente. Segundo a empresa, no país o Facebook cresceu 66% em 2009. É uma ameaça direta ao Orkut.

Para complementar a leitura sobre o assunto, indico dois textos. Este e este.

Flickr: @Balakov

Facebook passa pela primeira vez o Google em números de acessos nos EUA

Muitos jornais e blogueiros noticiaram hoje que o Facebook[bb]venceu, pela primeira vez, a batalha da audiência na internet contra o gigante Google[bb]. O site foi o mais acesso nos Estados Unidos, o principal mercado da internet mundial, durante a semana que terminou em 13 de março. Segundo pesquisa da Hitwise, o Facebook contabilizou 7,07% de todas as visitas nos Estados Unidos[bb], contra 7,03% do site de busca. O feito deve gerar algum reboliço no mercado. De imediato, os investidores e os anunciantes terão um comportamento diferente em relação ao Facebook. Até porque não é para qualquer um ser o site mais acessado nos Estados Unidos, mesmo por apenas uma semana.

Conhecendo o Facebook

Dizem que a melhor rede social é aquele em que seus amigos estão. Mesmo sem conhecer ninguém que tivesse um perfil no Facebook, eu me cadastrei no site em 2006, para entender a principal rede social dos gringos, na época.

Hoje o Facebook é o segundo site mais visitado no mundo, com mais de 400 milhões de perfis, dos quais três milhões são brasileiros. A dificuldade no começo era encontrar conhecidos, isso porque o site foi projetado para encontrar pessoas próximas.

Deixei o meu perfil desatualizado por muito tempo. Na medida em que os meus amigos e conhecidos começaram a utilizar o site, o meu interesse voltou. Quando eu tiver tempo, irei ler alguns artigos sobre o Facebook para comentar aqui no blog.

Muitos acreditam que o site tem muito que crescer. Ficar atrás somente do Google como site mais acessado da internet, é um grande feito para um site de relacionamento.