O blogueiro Phillip Mendonça registrou em imagem a primeira página do site do New York Time a cada meia hora entre setembro de 2010 e julho de 2011. Foram capturadas mais de 12 mil fotos, que registrou timelapse de um ano da home principal do maior jornal do mundo.
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Videocast do René de Paula: internet, cultura e tecnologia
O post de hoje é uma dica. Videocast do René de Paula, para quem gosta de internet, cultura e tecnologia. Conheci o René por meio do YouTube, ao assistir o debate no Oi Acontece, sobre as verdades, exageros, números over-dimensionados e a dura realidade de quem trabalha com a internet.
Achei muito interessante o ambiente em que o René faz a maioria dos seus videocasts. Ele utiliza o trajeto de casa para o trabalho para filmar os vídeos dentro do próprio carro. Isso mostra como ele não tem tempo a perder, aproveitando cada minuto para criar conteúdo.
Gosto da visão bem realista do mercado online brasileiro, servindo como contra ponto dos eufóricos “gurus” da web. Ele tem bastante experiência no mercado, com passagem pelo Yahoo! Brasil e Microsoft. Você pode conferir o Linkedin aqui.
Lado sujo do mercado digital
As empresas que pretendem contratar os serviços das agências digitais têm que ter cautela antes de fechar algum contrato. Porque algumas “agências” utilizam de meios ilegais, totalmente antiéticos, para enganar os clientes com resultados maquiados.
Nesse caso, as empresas que enganam praticam a compra de seguidores no Twitter, “curtir” no Facebook e “gostei” no YouTube. A tática é para conseguir mais popularidade as mídias sociais e apresentar um resultado para o cliente.
A prática não é nova, mais ainda conta com diversos adeptos no mercado. Em entrevista ao Olhar Digital, um programador, que não quis se identificar, revelou como funciona o mercado negro digital.
O programador disse que por meio de falhas em sites, os hackers exportam senhas de email e conseguem acessar outros serviços, como Twitter ou Facebook. “Eles perceberam que muita gente usa a mesma senha para tudo, então seria fácil tentar acessar os perfis com as mesmas senhas exportadas”, explica. Com as senhas em mãos, eles conseguem manipular os perfis e fazer com que pessoas reais no microblog passem a seguir determinada conta.
O entrevista da Olhar Digital explica que a maioria dos clientes desse tipo de serviço são agências de marketing de guerrilha, marketing social e publicidade. “Elas costumam comprar seguidores e ‘Likes’ para seus clientes. Geralmente é para viralizar uma campanha e bombar alguma ação que estejam fazendo. Acho antiético, publicitário às vezes parece advogado querendo defender bandido”, diz.
Em outros casos, elas criam um aplicativo para o Twitter, prometendo que o internauta que autorizar o app na sua conta vai ganhar milhares de seguidores em 24 horas. A partir daí, os sites conseguem acesso aos perfis que autorizaram e criam uma base grande de pessoas, que podem ser vendidas mais tarde como novos seguidores para agências e marcas que paguem por isso. O internauta, no entanto, ganha poucos followers.
Para prevenir, as empresas têm a possibilidade de verificar se a popularidade aparente é verdadeira ou não, por meio de sites de análises como o TwitterCounter. Um baixo retorno de reply, por exemplo, pode indicar que o perfil não ganhou seguidores pela popularidade e sim usando alguma tática como essa. Outra dica é acompanhar a atividade do perfil, saber se a pessoa ou marca posta com frequência e se seus seguidores interagem com ele.
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Jornalista Breno Barros
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No Brasil, Twitter e Facebook superam assessorias como fontes para jornalistas
O site Comunique-se publicou hoje que o “Estudo Jornalismo Digital 2011”, divulgado pela PR Oriella Network, rede internacional de agências de comunicação representada na América Latina pela ViaNews, concluiu que os repórteres brasileiros buscam mais informações na mídia social – como Twitter, Facebook e Blog -, que nas assessorias de imprensa.
No Brasil, o Twitter é utilizado como fonte por 66,67%; seguido pelo Facebook, com 58,33%; e blogs, com 57,14%. Já as agências de Relações Públicas aparecem como fonte para 50% dos entrevistados.
Apesar da relevância das redes sociais na apuração, o estudo indicou que os jornalistas procuram as fontes oficiais para checar as informações. Dos entrevistados, um terço dos jornalistas usam o Twitter para checagem, enquanto um quarto usa Facebook e blogs. Entretanto, o uso dos canais oficiais como assessores de imprensa e agências de RP é muito maior. 61% dos entrevistados disseram usar agências de RP para a checagem e 57% utilizam porta-vozes das empresas.
O co-chefe da Oriella PR Network e co-fundador da Brands2Life, Giles Fraser, nota o aumento da confiança dos repórteres nas redes sociais. “Nos anos anteriores, os veículos de comunicação olhavam a mídia social como uma plataforma experimental, agora a encaram como uma fonte confiável. A proliferação de canais torna mais importante do que nunca uma história única e clara, comunicada de forma eficaz em vídeo, texto e imagens ao mesmo tempo. A obrigação de gerir a mensagem em todos esses canais e produzir conteúdo que é relevante significa que o papel do profissional de comunicação vai continuar a evoluir rapidamente nos próximos anos”, avalia.
Para Pedro Cadina, diretor e fundador da VIANEWS Comunicação Integrada, as agências de comunicação devem marcar uma presença cada vez mais forte nas redes sociais para falar com os jornalistas. “Esse movimento exigirá uma reconfiguração das empresas e das agências, que passam a conversar com o público e as mídias tradicionais produzindo conteúdo relevante. Mídia, agências e marcas devem atuar em relações cada vez mais personalizadas e à procura de um equilíbrio entre as partes”, afirma.
Fonte: Comunique-se.com.br *Podemos debater os posts por meio dos comentários. Conheça melhor o autor do blog:
Jornalista Breno Barros
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O Futuro da Comunicação
Compartilho com você a palestra do futurólogo Gerd Leonhard. Com um discurso muito consistente, o palestrante consegue ligar bem os pontos sobre comunicação, internet móvel e social media. É interessante para aprimorar os conhecimentos sobre a transformação na maneira de se comunicar.
Palestra de Gerd Leonhard – LEGENDADA from … on Vimeo.
Governo reduz imposto na fabricação dos tablets e preço da internet continua alto
Com o benefício os aparelhos terão uma redução de até 31% no preço final
O governo federal anunciou hoje que os aparelhos tablets (computadores em forma de prancheta) produzidos no Brasil terão benefícios fiscais. Essa é uma iniciativa do Programa de Inclusão Digital. O benefício reduz a zero as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a receita bruta de venda a varejo dos produtos especificados, que hoje representa 9,25% sobre o produto o que tem um impacto direto de 31% no preço final.
É uma iniciativa louvável do governo. Mas tem muito que fazer ainda. Baixar o preço do aparelho é só um passo para a inclusão digital, proposta do projeto. Ter um tablet sem internet é o mesmo que ter um carro sem combustível. Não adiante ter um aparelho sem um plano de internet móvel.
A grande barreira para a verdadeira inclusão digital no Brasil é o elevado preço dos serviços de internet. Se ocorrer, mesmo, uma massificação da comprar dos aparelhos tablet no país, os usuários terão que pagar por um plano de internet móvel, além do que ele já paga na internet domiciliar.
Até o momento 12 empresas já se inscreveram para produzir tablets no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante à Agência Estado. São elas: Positivo, Envision, Motorola, Samsung, LG, Itautec, Sanmina, Foxconn, Compalead, Semp Toshiba, Aiox e MXT.
Então fica o meu questionamento. Neste momento, o governo deve pressionar as empresas que oferecem o serviço de internet para baratearem o acesso a web, que por sinal, é caro e não presta.
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Jornalista Breno Barros
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Reunião do Google em 1999
Esse é um vídeo bem interessante. Postado por Doug Edwards, diretor de Marketing de Consumo e Gestão de Marca do Google entre 1999 e 2005, o vídeo registra como era o Google em 1999. A ocasião, a megaempresa só tinha um ano de vida. Vídeo é de uma reunião de equipe, quando o quadro da empresa era de 60 pessoas no máximo.
Huffington Post abre debate sobre propriedade intelectual na internet
O maior blog/site jornalístico, Huffington Post, criado em 2005, é conhecido principalmente pelo grande cardápio de colaboradores que contribuem gratuitamente com informações todos os dias. Recentemente, o blog foi comprado pela AOL (America Online) por 231 milhões de euros.
O problema agora é que os jornalistas colaboradores reivindicam na justiça uma porcentagem da compra do site. A queixa é procedente, porque o grande atrativo do site são os conteúdos gerados pelos blogueiros.
A intenção da ação é buscar uma forma de garantir um meio de sobrevivência aos cerca de seis mil blogueiros que disponibilizam seus conteúdos livremente na página.
A ação foi ativada pelo ex-colaborador, o blogueiro Jonathan Tasini contra a fundadora do veículo, Arianna Huffington, o site e a gigante da Internet AOL.
Já para a Arianna, o processo de Tasini não tem mérito algum. Para Arianna Huffington, os escritores contribuem para o Huffington Post sem custos pela mesma razão que participam de programas de TV todas as noites: porque são apaixonados por suas ideias ou porque têm algo a promover e querem se expor a um público grande e diversificado.
Penso que o assunto é muito mais complexo do que a paixão por um ideal. Ele abre o debate para a classe jornalística. Quem é realmente o dono da informação? O veículo, o site ou o blog que hospeda a sua informação (blogspot ou wordpress)?
Acredito que o conteúdo é de propriedade de quem o criou. O que você pensa?
Pode parecer, mas trabalhar com comunicação não é fácil
Com o amadurecimento das ferramentas de publicação de conteúdo online, como WordPress e Youtube, os trabalhos relacionados à comunicação ficaram aparentemente fáceis. Mesmo com a gratuidade dos serviços pela internet, a presença de um profissional de comunicação é necessária para atingir o objetivo da organização.
Pilotar um kart não é a mesma coisa do que pilotar um carro de Fórmula 1. Nos dois casos você estará dirigindo um veículo, mas o primeiro requer pouco conhecimento e habilidade. Podemos considerar a mesma coisa na gestão da comunicação de uma instituição ou empresa.
Atualizar um site coorporativo não é a mesma coisa do que publicar um texto num blog pessoal. Infelizmente, muitas pessoas só descobrem a necessidade de um profissional no momento de crise.
Isso porque já presenciei algumas pessoas minimizando a necessidade de um jornalista na atualização de um site ou um blog, “porque qualquer pessoa pode escrever um artigo e publicar”.
Um especialista pode até escrever um artigo, dependendo do assunto abordado. Entretanto, para manter uma página na internet é necessário pensar, dialogar e, principalmente, alcançar o objetivo do planejamento da comunicação. Missão que um profissional de comunicação tem conhecimento necessário para desempenhar.
As ferramentas online são necessárias para democratizar o acesso e a criação de conteúdo. Ao combinar o conhecimento em comunicação com os serviços disponíveis na internet o sucesso será garantido.
Crescimento do Facebook e do Orkut no Brasil
O uso das redes sociais no Brasil continua em crescimento acentuado. Recente pesquisa realizada pela comScore revela que a internet no país cresceu 20% em 2010, passando de 33 milhões para 40 milhões de pessoas. As principais redes também foram impulsionadas com o crescimento. O Facebook registou aumento de 258% e o Orkut 28%.
O Brasil é atualmente o oitavo país no número de internautas ativos. O Orkut continua como a rede favorita pelos brasileiros, com 31.279 visitantes únicos. Já o Facebook registrou 12.118 visitantes únicos no mesmo período.




