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Caso Yorkshire e a repercussão nas redes sociais
Vimos na semana passada a força das redes sociais. O vídeo postado no YouTube que mostrou o espancamento que levou a morte do cachorro da raça Yorkshire foi vastamente disseminado até que começou a ser investigado pelo Ministério Público e pela delegacia-geral da Polícia Civil de Goiás.
Em poucas horas, os usuários do Facebook e Twitter pediram a pena máxima para o crime de maus tratos em uma petição online. São mais de 233 mil pessoas assinaram o documento até o momento.
Com o suposto nome da agressora divulgado, espalharam-se por páginas no Facebook fotos de seu perfil. Dados pessoais da agressora, como CPF, nome de sua mãe e até número de telefone também estão sendo compartilhados, gerando uma onda de comentários agressivos.
No começo da tarde, o termo Yorkshire foi parar no topo dos Trending Topics no Twitter. O incidente também entrou nos TTs mundiais, da Austrália, da França e do Reino Unido. Segundo site Topsy, mais de 25 mil tweets foram escritos em português usando a palavra apenas nas últimas 24 horas. Com o caso, vimos que é mais difícil cometer um crime porque todos estão de olho.
Pense antes de postar
Pense antes de postar. Tudo o que você publica na internet é visto por todo mundo. Quero dizer, todo mundo mesmo! Amigos, família, colegas, chefe, etc. A questão da privacidade é muito séria e depende, principalmente, dos seus dedos. A escolha é sua. Pense bem antes de apertar o botão “publicar”. Veja este vídeo e analise como as pessoas olham para as suas publicações.
The World of Social Media 2011
Twitter narra a Segunda Guerra Mundial
Cultura, história, educação e novas mídias. Assim, podemos resumir o perfil @RealTimeWWII no Twitter. A ideia é simples, porém, genial. Contar os confrontos e ações mais importantes da Segunda Guerra Mundial, como se estivesse acontecendo ao vivo.
A iniciativo foi do inglês Alwyn Collinson estudante de História. Já são três meses de postagem e mais de 135 mil seguidores. A intensão é atualizar o perfil até 2016, por seis anos, mesmo tempo de duração do maior conflito armado do século passado. O projeto de Alwyn não para por aí. Ele usa todos os tipos de recursos para ilustrar as publicações, como vídeos do YouTube e imagens reais.
Movimento Gota D’água utiliza novas plataformas com fórmula antiga de convencimento
O movimento Gota D’água usou perfeitamente as redes sociais, durante toda a semana, para colocar em pauta em todo país a discussão sobre a construção da Usina de Belo Monte. Mesmo utilizando novas plataformas, a fórmula utilizada foi antiga. Colocar artistas renomados para convencer as pessoas a adotarem um ponto de vista.
Assim, ficou evidente que a televisão continua influenciando, e muito, as pessoas. O vídeo interpretado pelas estrelas da Rede Globo, foi vastamente compartilhado no Facebook e no Twitter. A intensão da campanha é angariar o maior número de assinatura de internautas contra a construção da usina.
O material é sedutor. Texto com argumentos que, a princípio, convence e uma ótima encenação dos atores da Globo. No final, a tendência é aderir a opinião do movimento. Esse é o problema. Pois, a maioria das pessoas não conhecem os detalhes do projeto da usina de Belo Monte e não tem condições de confrontar os argumentos dos ambientalistas, que são totalmente parciais.
Não pretendo entrar nos quesitos técnicos da obra. Até porque eu não tenho ainda um opinião formado sobre a construção. Eu posso garantir que a televisão continua com o poder de influenciar as pessoas, principalmente depois dessa campanha. A página do Facebook do movimento já foi curtida por mais de 380 mil pessoas e o canal no Youtube foi visto mais de 36 mil vezes.
Os primeiros estudos sobre a construção da Belo Monte têm origem em 1975, com a criação da Eletronorte e início do Inventário Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu, no Pará, onde será instalada a usina. Nos anos 80, a subsidiária da Eletrobrás para a Amazônia inicia os estudos de viabilidade técnica e econômica da usina de Kararaô, hoje Belo Monte.
Guia para orientar as agências digitais
Durante todo o ano de 2011 o Comitê de Agências do Interactive Advertising Bureal (IABBrasil) promoveu eventos para discutir as boas práticas na comunicação digital. O debate foi enriquecido com a participação de 56 representantes de agências de todo país. Assim, o IAB reuniu as informações e criou um guia de relacionamento entre as empresas anunciantes e suas agências de comunicação digital.
A publicação tenta sanar uma lacuna no mercado digital brasileiro, que ainda não tem uma normatização. Além do guia, a entidade pretende ainda elaborar mais três modelos de trabalho para agências digitais, para orientar as pequenas agências e os clientes. Você pode conferir o guia no site da IAB Brasil.
Você pode encontrar no guia, entre outras coisas, definição do budget, delimitação do público-alvo das ações digitais, respeito a prazos e integração com as demais iniciativas de comunicação.
Foursquare é a rede social do comércio local
Para o comércio local a internet é uma grande oportunidade para conectar os consumidores. Observamos nas diversas redes sociais espalhas por aí. Em particular, deposito toda a minha confiança e entusiasmo no Foursquare.
Apesar de ser uma rede com certas limitações, por ser um serviço que junta geolocalização e conceito de rede social por meio dos celulares, ela é a grande oportunidade para os comerciantes conquistarem novos clientes que estão na redondeza do estabelecimento comercial.
É bom também para o consumidor. Pois, ao realizar um check-in, você pode ler os comentários e as críticas de outros consumidores, além de receber sugestões de novos locais para visitar.
Sabendo utilizar, a ferramenta tem uma grande potencial nas mãos dos lojistas. Podendo sofrer também um efeito contrário, como os comentários negativos. Isso faz parte do jogo.
As lojas devem estimular os consumidores a fazerem comentários sobre as experiências positivas com a marca. Os usuários podem fazer um check-in ao chegar em um determinado lugar, avisando seus amigos de sua localização. Também é possível acessar os lugares favoritos dos seus amigos. A ideia é adicionar uma camada à exploração do que há de melhor nas cidades.
A rede tem parcerias com empresas que dão presentes e descontos especiais aos usuários de rede que fazem check-in nos estabelecimentos comerciais. As promoções são chamadas de Specials. É puro relacionamento com os clientes.
Conheça mais sobre o Foursquare:
Check-in: Ato de informar aos seus amigos em que lugar você está.
Badges: Medalhinhas que os usuários ganham no Foursquare.
Tips: Recomendações de coisas a fazer em um determinado local.
Mayor: O usuário que nos últimos 60 dias, tiver o maior número de dias com check-ins em um lugar vira o mayor (prefeito) dele.
Hábitos dos jornalistas americanos na internet
A empresa americana de relações públicas e marketing digital Arketi Group divulgou, no mês passado, uma pesquisa que detalha os hábitos dos jornalistas americanos na internet. O foco da pesquisa foram os jornalistas que trabalham com comunicação B2B (business-to-business).
Por incrível que pareça somente 21% dos jornalistas passam mais de 40 horas por semana conectados à internet. Já, 64% passam mais de 20 horas online.
Dos entrevistados, 91% pesquisam fontes de notícias ou ideias de pautas na internet, 22% usam o “Social bookmarking” (metódo para selecionar e organizar referências online. Neste caso, em sites como Digg e Delicious), 33% consultam sites Wikis e 32% produzem e ouvem podcasts.
Já 98% disseram que lêem notícias online, 66% utilizam o Twitter, 34% assistem vídeos no YouTube e 69% mantém perfis em redes sociais (como Facebook, LinkedIn e MySpace). Dos jornalistas pesquisados, somente 53% matem um blog na internet.
O LinkedIn é a rede sociais mais utilizada pelos entrevistados, com a presença de 92% deles. Além disso, 85% estão no Facebook e 84% usam o Twitter.
Facebook estimula o uso da plataforma na elaboração de notícias por jornalistas
Para o Facebook, a prática do jornalismo sempre esteve interligada com o site, por ser basicamente um jornal social. A primeira iniciativa direta da empresa foi uma página exclusiva para os profissionais de comunicação. Agora, a rede social começou a focar também os estudantes de jornalismo.
O responsável pela área de jornalismo do Facebook, Vadim Lavrusik, está incentivando os professores de jornalismo a inserirem no currículo dos cursos o uso da ferramenta para elaboração das notícias.
Vadim elaborou um documento para servir de ponto de partida para os professores que se interessarem em oferecer uma introdução sobre o uso do Facebook nas notícias.




