Frase da semana

“Apenas durante o meu tempo de vida, nós vamos passar de uma situação em que um pequeno número de pessoas tem acesso a todas as informações do mundo para outra em que virtualmente todos os indivíduos em todo o mundo terão acesso a elas”.

Eric Schmidt, diretor-executivo do Google.

Participação popular para projetar o Brasil entre as dez potências mundiais do esporte

Na última semana participei, em Brasília, da III Conferência Nacional do Esporte que pretende preparar o país, com planejamento concreto, para receber os grandes eventos esportivos que o Brasil vai receber nos próximos anos. Jogos Mundiais Militares 2011, Copa das Confederações de Futebol 2013, Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Promovido pelo Ministério do Esporte, a terceira edição da Conferência Nacional do Esporte, elaborou um Plano Decenal do Esporte, que pretende colocar o Brasil entre as dez potências esportivas nos próximos dez anos.

Esse tipo de conferência, que dá voz ao povo brasileiro, é uma marca da gestão do governo Lula. A conferência do esporte contou com a participação direta de mais de 200 mil pessoas de todo Brasil, durante sete meses de mobilização em 440 etapas municipais, 350 regionais e 650 etapas livres.

A etapa nacional realizada entre os dias 3 e 6 de junho contou com a participação de mais de 1,5 mil pessoas dos 26 estados e dos Distrito Federal. Entre os participantes estavam os 1.030 delegados eleitos nas etapas estaduais. Assim, a participação popular propôs o Plano Decenal de Esporte e Lazer com ações e metas para orientar esporte nacional.

A minha contribuição foi relacionado à comunicação do evento. Entretanto, aprendi muito sobre a importância do esporte no desenvolvimento social e econômico de uma nação como o Brasil.

Sair ou não do Facebook

Pouquíssimas pessoas lêem os termos de privacidade ao criar um perfil em sites ou redes sociais[bb]. Eu me enquadro nesse grupo. Os americanos Matthew Milan e Joseph Dee fizeram o dever de casa. É o que parece. Eles lançaram a campanha “Quit Facebook Day” (Dia de sair do Faceboook). É uma manifestação contra a nova política de privacidade do site, então, os americanos programaram para o próximo dia 31 de maio para que as pessoas, insatisfeitas com o site, apaguem seus perfis.

Uma das queixas é que oFacebook[bb] não informa e nem oferece opções de privacidade alternativas. A manifestação online, assim como as off-lines, não chegará a afetar a página que possui mais de 400 milhões de usuários. Penso que o movimento é legítimo, quem não está satisfeito com o serviço delete o seu perfil.

A mudança na política de privacidade[bb]ocorreu em detrimento do novo projeto para tornar o site mais rentável economicamente. Com um universo de usuários, no seu bando de dados, eu ainda não consigo entender como uma plataforma desse porte não consegue ter um retorno financeiro consolidado.

Saindo de férias

Achei sensacional a ideia do coordenador de marketing da rede Caesar, Thiago Falvino. Como sabemos, o investimento em propaganda e marketing de qualquer empresa de sucesso tem que ser alto. Mas o Thiago pensou diferente. Ele converteu a verba destinada ao marketing em descontos válidos para os hotéis da rede. A iniciativa utilizou a mídia convencional somente numa única inserção no Fantástico e o comercial foi produzido pelo próprio Thiago. Veja:

Unidos pela liberdade

“Primeiro levaram os jornalistas. Mas não me importei com isso. Eu não era jornalista. Em seguida levaram alguns estudantes. Mas não me importei com isso. Eu também não era estudante. Depois prenderam os empresários. Mas não me importei com isso. Porque eu não sou empresário. Depois agarraram uns intelectuais, cineastas, compositores, blogueiros. Mas, como tenho meu emprego, também não me importei. Agora estão me levando. Mas já é tarde. Como não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo. “

Essa é uma paródia inspirada em três versões famosas do “Poema da omissão”.

William Bonner leva o Oscar do Twitter

O apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, foi vencedor, na categoria jornalista, da segunda edição do ‘Shorty Awards’ 2010, o Oscar do Twitter. Mesmo sem fazer jornalismo na página. Bonner dividiu o prêmio com a americana Rachel Maddow,  mesmo tendo recebido três vezes mais votos que a concorrente. Segue uma entrevista com o jornalista, que fala um pouco sobre o prêmio. O vídeo foi produzido pelo JN Especial.

Carnaval da Internet

O Brasil possui uma diversidade de carnavais. Escolas de Samba, Trios elétricos, frevo e, até mesmo, sertanejo faz a festa. Tudo depende da região do país. Neste ano, o principal meio de comunicação do carnaval foi a internet.

Toda essa diversidade estava nas páginas da web. Quem esperava assistir pela televisão, principalmente o carnaval de Salvador pela TV Bandeirante, se decepcionou. O foco deste ano foi a folia de Recife e Olinda.

Restou somente assistir pela internet, pela transmissão ao vivo do portal Terra.com. O Twitter também foi bastante utilizado. Gostaria de ressaltar o canal do Youtube/Carnaval, que disponibilizava alguns repórteres no carnaval de Salvador, mostrando os bastidores e a animação dos Trios Elétricos.

O canal do Google também estimulou o envio de vídeos pelos foliões de todo o país. Isso foi só o começo.

Como manter o site da sua empresa atrativo.

Por incrível que possa parecer ainda existem empresas que estão fora da internet. Outras acreditam que a sua página na rede possa ser chamada de site. São poucas as organizações de médio e pequeno porte que mantém um site útil aos consumidores.

Fato é que manter um site é obrigação de todos. Para que os clientes possam saber de pelo menos das informações básicas do empreendimento. Localização, telefone ou serviços e produtos vendidos.

Muito se fala em manter um diálogo com o consumidor por meio da internet. A grande dúvida é como colocar em prática. As empresas devem criar conteúdo de interesse dos consumidores, sem restringir os assuntos abordados.

Cito como exemplo a agência de publicidade Coméia. Eles possuem um blog que discute e publica conteúdo relacionado às novidades no mercado publicitário. Eu conheci o trabalho da agência pelos posts do blog. Com a iniciativa, eles conquistaram uma comunidade segmentada.

Atualmente, todas as pessoas são geradoras de informação em potencial. Foi o tempo em que somente os jornais e as revistas possuíam a responsabilidade suprema de comunicar a população.

Se a sua empresa for de moveis em madeira, por exemplo, você pode manter um blog sobre as novidades e tendências no designer de mesa, cadeira, armários, etc. No início será um trabalho difícil de conquistar audiência. Com o tempo, seus clientes terão uma página como referência.

Voltando ao normal

Nesse final de semana enfrentei alguns problemas com o servidor que hospeda o meu blog. Tudo começou quando solicitei a atualização para a nova versão do WordPress. Os links dos posts passaram a não funcionar e o layout da página sofreu alguns danos.

Tudo cominou para a minha decisão de mudar a cara do blog. Testei alguns temas e estou fazendo os testes. Para ficar pronta, a página falta algumas configurações. Espero a compreensão de você leitor.

iPod inovação tecnológica da década

O blog da Redeação, do portal Veja.com, considera o tocador de MP3 da Apple, o iPod, como a inovação tecnológica mais importante da última década. O tocador de música é o primeiro colocado da lista de 10 produtos eletrônicos que o blog selecionou.

O videogame Wii, lançado em 2006 pela Nintendo, ficou em segundo lugar. Ele inovou ao substituir o joystick por um sistema de reconhecimento de movimento, que possibilita maior interação entre os usuários e o game. Já o Pen Drive ficou em terceiro lugar. O aparelho unificou a transferência de dados de forma simples e fácil.

O blog também selecionou outras listas de 10 mais, como: Os 10 piores barracos protagonizados por políticos; as 10 grandes rivalidades que transformam o rock ou as 10 celebridades que mais trocaram de namorados.

Assessoria de imprensa: Trabalho de bastidor

Uma das coisas mais gratificantes em trabalhar em jornalismo é publicar e assinar uma bela reportagem. Mas quando você trabalha em assessoria de imprensa, na maioria dos casos, você perde este privilégio. Todo o seu esforço em escrever um belo texto é assinado pela instituição e não por você.

assessoria de imprensa

Quem tem que aparecer é o cliente. O trabalho feito pela assessoria é de bastidor. Muitos jornalistas de redação quando passam para assessoria de imprensa demoram para assimilar a nova postura.

São raros os assessores que estão na linha de frente. Franklin Martins, assessor de imprensa da Presidência de República, e o Rodrigo Paiva, assessor de imprensa da CBF, são alguns deles. Eles passaram a ser porta voz da instituição.

Esse é um dos motivos que muitos jornalistas não gostam do trabalho de assessoria de imprensa. Eu considero a elaboração de release e aviso de pauta como as ações das agências de publicidade, porque as agências que elaboram as criações não assinam as peças veiculadas.

O trabalho é parecido como de um vendedor ou de um lobista, no bom sentido. Porque o assessor tem que vender a pauta para os jornalistas das redações. Aí que entra a criatividade, dentro dos limites da ética do jornalismo, no texto, vídeo ou áudio feito pela assessoria.

Newsgame: jornalismo com interatividade

Quem viveu a fase, a partir dos anos 80, cresceu juntamente com os jogos de vídeo games. Nos anos 90, os pais começaram a tratar, com preocupação, a intensidade com que as crianças passavam jogando na frente da televisão. Como as atuais redes sociais, que no início eram consideradas coisas de adolescentes, os videogames também possuíam esse estigma.

Eu fiz está contextualização para falar um pouco sobre o newsgame, jogos produzidos com base nos acontecimentos atuais. O conceito não é novidade para muitas pessoas, mas vale comentar e refletir sobre esse gênero de jornalismo, que tende a ter mais destaque nas redações.

O jornalismo sempre procurou novas maneiras de informar as pessoas de maneira mais agradável possível.  Eles são utilizados para complementar e contextualizar as notícias.

Contar histórias, por meio de jogos, é a evolução do que conhecemos hoje como os infográficos. No jornalismo impresso, revista ou jornal, os infográficos tenta explicar as notícias por meio dos gráficos ou desenhos. Na internet os infográficos foram substituídos pelas animações em flash.

Assim como o jornalismo 2.0, em que os internautas possuem uma experiência ativa, o newsgame também propicia uma experiência ativa e não passiva, como nos jornais impressos.

O site da Globo.com já produziu alguns exemplos de newsgame. Outro exemplo, bem conhecido no mundo, é o Great Flu, jogo que simula uma epidemia de gripe. Os jogadores escolhem um tipo de vírus com qual quer lutar e o país onde ele será expandido e depois controlado pelo jogador.

O formato tende a crescer mais ainda quando os jogos puderem ser jogados, também, no celular. A experiência de ficar informado passará a ser entretenimento e não algo monótono.

A Universidade de Granada, na Espanha, fez uma pesquisa que diz que as crianças que jogam videogame possuem mais chances de tirar boas notas. A pesquisa indica que o uso do videogame reduz o estresse causado pelo aprendizado e aumenta a autoconfiança dos alunos. Os pesquisadores analisaram o comportamento de 266 adolescentes de 11 a 16 anos de idade para avaliar o impacto dos videogames na inteligência e no desempenho escolar.

O blog Game Girl indicou alguns links, bem interessantes, que falam sobre o tema:

News Games

Newsgaming.com

Play The News

Games and journalism: Now that journalism is in trouble, why not play with it?

Transmedia: Experiência máxima do entretenimento

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é oTransmedia[bb]. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; cinema[bb], série de televisão,[bb] filmes para celular,[bb] videogames,[bb] quis, chats, comunidades virtuais,histórias em quadrinhos[bb] e outros subprodutos.

As histórias do James Bond[bb], Star trek[bb] e O Mágico de Oz[bb] são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia:

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é o Transmedia. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; Cinema, série de televisão, filmes para celular, videogames, quis, chats, comunidades virtuais, histórias em quadrinhos e outros subprodutos.

As histórias do James Bond, Star trek e O Mágico de Oz são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia: