Indústria do iPhone

Foi lançado mais uma versão do iPhone. Essa é a quarta geração. Gostaria de ter pelo menos a primeira. Por enquanto fico me contento com os novos lançamentos. Agora, as novidades ficam a cargo da câmera frontal, para fazer videoconferência, e a largura, já considerado o smartphone mais fino do mercado, com 9,3 milímetros de espessura. Todas as novidades você pode encontrar em milhares de blogs que replicam as notícias de tecnologia.

Tenho uma impressão que o Steve Jobs, executivo-chefe, co-fundador da Apple e pai do iPhone, gosta de brincar com os consumidores. Quero dizer, fazer com que as pessoas gastem muito dinheiro com aparelhos da Apple. Em quatro anos, quatro lançamentos. A  primeira versão do aparelho foi lançada em junho de 2007. No ano seguinte, a Apple lançou a segunda geração, iPhone 3G. Já em 2009 eles, como não poderiam deixar de fazer, lançaram a versão 3Gs. O “s” é de speed (velocidade), que deixa o celular alguns milésimo de segundo mais rápido, imagino.

Todas as mudanças são quase imperceptíveis para os consumidores leigos. Claro, desconsiderando os maníacos por tecnologia. Esses ficam loucos esperando a versão mais nova. Essa é a verdadeira indústria do consumo. Em cada lançamento são milhões e milhões de aparelhos vendidos pelo mundo.

Google dominará também a televisão?

O Google se consolidou como uma empresa de mídia. Faz muito tempo que a empresa deixou de ser somente um site de busca. Notícias (Google News), blogs (Blogspot), mapas (Google Maps), celular[bb], (Android), vídeos[bb] (Youtube), mídia social[bb] (Orkut) e milhares de outros produtos que a empresa cria ou adquire todos os dias.

O Google[bb]não criou a internet[bb]. Só organizou e ajudou os internautas a encontrar as informações que necessitam. Nessa semana o mundo ficou sabendo que o foco da empresa agora será a televisão. Será que a meta é mesmo dominar o mundo, ainda mais?

Escrevi anteriormente que a verdadeira TV digital[bb], que tanto se falou no país nos últimos anos, é a internet. O Google quer juntar a tão conhecida TV a internet.

Para viabilizar o projeto, a empresa conta com a parceria com a Sony[bb], Intel[bb]e Logitech[bb]. A meta é tornar a TV que temos hoje, com dezenas de canais, em milhões de fontes de entretenimento e informação.

Compra da Palm pela HP

A Palm, consagrada pelos computadores de mão, foi comprada pela HP por US$ 1,2 bilhões. A intenção da HP é entrar na briga pelo mercado dos smartphones que é dominado atualmente pela Apple, Google e Microsoft. A história da HP é interessante.

A empresa surgiu a princípio como uma fabricante de descargas automáticas e afinadores de gaitas, em 1933. Mas se fortificou mesmo ao criar a calculadora de bolso e a impressora a jato de tinta. Já a Palm fez história na década de 90 pelos seus computadores portáteis. Qual é a relevância da compra?

Isso porque o mercado de smartphones era o único que a HP (que possuí a segunda posição entre as maiores empresas de tecnologia do mundo, ficando atrás somente da Samsung) não possuía uma presença forte. A compra da HP vem ratificar que o futuro são os aparelhos de comunicação portáteis.

Cloud Computing e a emissão de CO2

O armazenamento de conteúdo e arquivos nas nuvens (Cloud Computing) não é totalmente ecologicamente correto como muita gente acreditava. Esse é o resultado do estudo divulgado na semana passado pelo grupo Greenpeace.

Segundo o relatório, o aumento do número de dados na nuvem pode aumentar a emissão de CO2 na atmosfera. O motivo é o grande número de servidores que a tecnologia demanda para arquivar o conteúdo na web. Segue um infográfico que ajuda a entender o aumento da poluição.

Mix Leitor D é o Kindle brasileiro

O Brasil também vai ter um leitor digital, que nem oKindle[bb]e o Reader[bb]. Chamado Mix Leitor D, o aparelho foi desenvolvido pela empresa pernambucana Mix Tcnologia, em parceria com Carpe Diem Edições e Procuções.

Veja mais no site Época Negócios.

Pagamento via celular

O celular virou uma mega plataforma de comunicação. Filmar, tirar fotos, jogar videogame e acessar internet, é algumas das funções que já incorporaram ao nosso dia a dia. Um projeto composto por diversas empresas, entre elas Visa e Samsung, pretende transformar o celular também numa espécie de cartão de crédito, para pagamentos corriqueiros. O débito é feito com a aproximação do aparelho ao terminal de cartão de crédito. Simples, né!

A idéia não é nova. Entretanto, até o momento nada foi feito concretamente para colocar a tecnologia no mercado. Já existem iniciativas na Europa em que os celulares são utilizados como ingressos para shows e partidas de futebol.

MSN pretende ter notícias do Estadao.com.br

Um dos jornais mais antigo do Brasil, O Estado de São Paulo, negocia um acordo com a Microsoft. A intenção é disponibilizar as notícias do site estadao.com.br no MSN, comunicador instantâneo de maior sucesso no Brasil.

A iniciativa poderá influenciar na audiência dos grandes portais do país. Isso por causa da combinação entre a credibilidade do grupo Estado, juntamente com a grande audiência do programa de mensagens, utilizado na maior parte por adolescentes.

iPad e a indústria de conteúdo

Com o lançamento do novo produto da Apple, o iPad, muitos analistas e críticos de tecnologia e mídia, profetizam que o gadget promete mudar, de forma lenta ou mais rápida do que imaginamos, a indústria de conteúdo e informação. Sejam eles: Livros, músicas, jogos, filmes e, principalmente, notícias.

O aparelho é um meio termo entre um celular e um netbook, pelo seu tamanho. Pelos vídeos, percebesse que a sua tela é mais agradável do que as dos celulares e mais confortável e portátil do que dos laptops. Já as suas funções são como dos melhores computadores com conexão wi-fi.

Os aficionados pelos produtos Apple acreditam que o iPad vai criar um modelo de negócio, da mesma maneiro do seu pai, o iPod fez com a indústria da música, com sua loja online iTunes.

No evento de lançamento do iPad, Steve Jobs disse que o produto “é fenomenal para manter a internet em nossas mãos”. Acredito que o produto vem para valorizar ainda mais o cloud computing. Principalmente, porque uma das possibilidades do iPad é ter o acesso a rede em todos os lugares.

Para entender os livros eletrônicos

Os livros eletrônicos, que facilitam o armazenamento e a catalogação, fizeram rebuliço no mundo no seu lançamento. Muitos pensaram: Dessa vez o livro não escapa, seu fim está com os dias contados. Em outubro de 2009, a Amazon passou a oferecer o ebook, Kindle, também para os usuários brasileiros. Para entender um pouco sobre o que é esse troço, segue uma reportagem veiculada na TV Cultura.

Está chegando o Campus Party 2010

Associamos automaticamente o mês de janeiro a sol, verão e férias. Já para os aficionados por tecnologia é o mês mais esperado, porque a cidade de São Paulo recebe internautas de todo o país para o Campus Party. Em 2010, o encontro será entre os dias 25 e 31 deste mês.

O evento é o principal ponto de encontro dos internautas para trocar experiências e discutir idéias sobre tecnologia, cultura digital e entretenimento em rede. Até o momento, não tive a oportunidade de participar de nenhuma edição do evento, porque em janeiro não é o mês das minhas férias no trabalho.

Serão 24 horas de atividades por dia, com uma grade diversificada de palestras, desafios e apresentações em quatro zonas temáticas: Ciência, Criatividade, Entretenimento Digital e Inovação.

Se você não conhecia o evento e pretende participar, acesse o site oficial da Campus Party.

Reportagem sobre o Futuro da tecnologia

Se depender das duas maiores emissoras de televisão brasileira, as noites de domingo serão cada vez mais monótonas. Principalmente pelo Fantástico. Lembro que quando criança, esperávamos em casa o programa começar. Assistíamos reportagens investigativas e o resumo do que aconteceu de mais importante na semana. Hoje, o máximo é o Detetive Virtual ou o concurso Menina Fantástico.

Nem tudo está perdido. No último domingo, o programa passou uma reportagem sobre a tecnologia do futuro. Segue o vídeo e avalie o que o futuro, segundo o fantástico, nos espera.