Em 2008, produzi um manual do videorreporter como trabalho de conclusão do curso, na faculdade de jornalismo. Até aquele momento, a linguagem da videorreportagem começava a ter adeptos entre os veículos de comunicações tradicionais e na internet.
Infelizmente, nesses três anos que se passaram poucas coisas mudaram na quantidade de repórteres que produzem informações utilizando a linguagem, pelo menos aqui no Brasil.
Hoje, o cenário nunca esteve tão favorável para a linguagem jornalística. Celulares com câmeras de alta tecnologia, aumento da velocidade e do acesso a internet móvel, amadurecimento dos sites que hospedam vídeos e câmeras filmadoras de alta definição com preços acessíveis.
Eu sou um entusiasta da linguagem. Na elaboração do manual eu tive que resgatar a história das primeiras iniciativas brasileiras que utilizavam o chamado repórter abelha. Segue um vídeo muito interessante do cineasta Fernando Meirelles falando sobre a entrada do repórter abelha na televisão brasileira.



