Uso indevido da newsletter pelos assessores de imprensa

Muitos assessores de imprensa, principalmente aqueles que trabalham na área esportiva, acreditam que sinônimo de eficiência é enviar vários releases durante o dia. Isso me irrita. Além de abarrotar a caixa de entrada dos e-mails dos jornalistas, a ação também é um saco para quem recebe.

Tem que ter uma estratégia e uma linha editorial de envio de newsletter. Aconselho enviar no máximo um por dia ou três por semana. Número ideal, porque a pessoa que recebe os informativos fica informada periodicamente sem perder a credibilidade.

A sugestão é reunir as diferentes notícias em uma newsletter com o link para o site da instituição. Cabe o leitor decidir se vai clicar ou não. A missão é informar e não chatear o leitor.

Muitos assessores estão mais preocupados em agradar o patrão do que fazer um informativo de qualidade. Quem entende de comunicação e imprensa é o assessor, não quem paga para ser assessorado. Por isso que você foi contratado.

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No Brasil, Twitter e Facebook superam assessorias como fontes para jornalistas

Flickr: @thinkjose

O site Comunique-se publicou hoje que o “Estudo Jornalismo Digital 2011”, divulgado pela PR Oriella Network, rede internacional de agências de comunicação representada na América Latina pela ViaNews, concluiu que os repórteres brasileiros buscam mais informações na mídia social – como Twitter, Facebook e Blog -, que nas assessorias de imprensa.

No Brasil, o Twitter é utilizado como fonte por 66,67%; seguido pelo Facebook, com 58,33%; e blogs, com 57,14%. Já as agências de Relações Públicas aparecem como fonte para 50% dos entrevistados.

Apesar da relevância das redes sociais na apuração, o estudo indicou que os jornalistas procuram as fontes oficiais para checar as informações. Dos entrevistados, um terço dos jornalistas usam o Twitter para checagem, enquanto um quarto usa Facebook e blogs. Entretanto, o uso dos canais oficiais como assessores de imprensa e agências de RP é muito maior. 61% dos entrevistados disseram usar agências de RP para a checagem e 57% utilizam porta-vozes das empresas.

O co-chefe da Oriella PR Network e co-fundador da Brands2Life, Giles Fraser, nota o aumento da confiança dos repórteres nas redes sociais. “Nos anos anteriores, os veículos de comunicação olhavam a mídia social como uma plataforma experimental, agora a encaram como uma fonte confiável. A proliferação de canais torna mais importante do que nunca uma história única e clara, comunicada de forma eficaz em vídeo, texto e imagens ao mesmo tempo. A obrigação de gerir a mensagem em todos esses canais e produzir conteúdo que é relevante significa que o papel do profissional de comunicação vai continuar a evoluir rapidamente nos próximos anos”, avalia.

Para Pedro Cadina, diretor e fundador da VIANEWS Comunicação Integrada, as agências de comunicação devem marcar uma presença cada vez mais forte nas redes sociais para falar com os jornalistas. “Esse movimento exigirá uma reconfiguração das empresas e das agências, que passam a conversar com o público e as mídias tradicionais produzindo conteúdo relevante. Mídia, agências e marcas devem atuar em relações cada vez mais personalizadas e à procura de um equilíbrio entre as partes”, afirma.

Fonte: Comunique-se.com.br
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Profissionalismo da gestão esportiva ligada à comunicação corporativa

UniCEUB-BRB. Time de basquete de Brasília campeão nacional em 2011

O Brasil entrou de vez na rota mundial dos grandes eventos esportivos. Acredito que agora o esporte passou a ser olhado diferente pelas empresas nacionais. Deixou de ser somente entretenimento para se tornar um mecanismo eficaz de marketing.

Quem tem conhecimento sobre o mercado de marketing esportivo conhece muito bem os benefícios e as possiblidades que o investimento no setor proporciona para as empresas investidoras. Agregar valor a imagem da instituição e o retorno de mídia espontânea são dois exemplos claros de retorno.

Vira e mexe publico aqui no blog textos que abordam o poder da rede social de conectar as pessoas, e o esporte tem um grande papel nesse cenário. O esporte é um dos melhores temas para serem explorados na rede. Ele envolver paixão, emoção e fanatismo. Utilizar todas as questões envolvidas no tema e estimular a conversa na web é a missão principal dos comunicadores esportivos.

Falo isso para deixar claro que o desenvolvimento do setor esportivo proporcionará um profissionalismo, de dentro para fora ou de fora para dentro, na gestão das instituições e na comunicação das mesmas. É esse momento que estamos vivenciando.

Até hoje as entidades esportivas no Brasil são olhadas e geridas de forma amadora. Claro que nem todas se encaixam nesse cenário, mas a grande maioria contribui para esse pensamento. Com os investimentos da iniciativa privada, em forma de patrocínio, a administração terá que se profissionalizar. Caso contrário, ninguém vai querer investir em algo amador.

O papel da comunicação integrada (Assessoria de Imprensa, Marketing e Relações Públicas) é de suma importância para o amadurecimento e o desenvolvimento profissional delas. Pois, somente com um plano de comunicação completo, com definições de metas de curto e longo prazo, vai atrair a confiança e oferecer opções de retorno para as empresas.

Agora, é a vez das equipes e clubes investirem na comunicação. Para isso, tem que tirar dinheiro do bolso e contratar profissionais qualificados ou se associar a uma agência de comunicação especializada no setor.

Leia também:

Oportunidades na área de comunicação nos megaeventos esportivos no Brasil

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O Futuro da Comunicação

Compartilho com você a palestra do futurólogo Gerd Leonhard. Com um discurso muito consistente, o palestrante consegue ligar bem os pontos sobre comunicação, internet móvel e social media. É interessante para aprimorar os conhecimentos sobre a transformação na maneira de se comunicar.

Palestra de Gerd Leonhard – LEGENDADA from on Vimeo.

Governo reduz imposto na fabricação dos tablets e preço da internet continua alto

Com o benefício os aparelhos terão uma redução de até 31% no preço final

O governo federal anunciou hoje que os aparelhos tablets (computadores em forma de prancheta) produzidos no Brasil terão benefícios fiscais. Essa é uma iniciativa do Programa de Inclusão Digital. O benefício reduz a zero as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a receita bruta de venda a varejo dos produtos especificados, que hoje representa 9,25% sobre o produto o que tem um impacto direto de 31% no preço final.

É uma iniciativa louvável do governo. Mas tem muito que fazer ainda. Baixar o preço do aparelho é só um passo para a inclusão digital, proposta do projeto. Ter um tablet sem internet é o mesmo que ter um carro sem combustível. Não adiante ter um aparelho sem um plano de internet móvel.

A grande barreira para a verdadeira inclusão digital no Brasil é o elevado preço dos serviços de internet. Se ocorrer, mesmo, uma massificação da comprar dos aparelhos tablet no país, os usuários terão que pagar por um plano de internet móvel, além do que ele já paga na internet domiciliar.

Até o momento 12 empresas já se inscreveram para produzir tablets no país. A informação foi divulgada pelo ministro da Ciência e da Tecnologia, Aloizio Mercadante à Agência Estado. São elas: Positivo, Envision, Motorola, Samsung, LG, Itautec, Sanmina, Foxconn, Compalead, Semp Toshiba, Aiox e MXT.

Então fica o meu questionamento. Neste momento, o governo deve pressionar as empresas que oferecem o serviço de internet para baratearem o acesso a web, que por sinal, é caro e não presta.

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Musical para transmitir uma mensagem

O recurso foi utilizado em uma conferência nos Estados Unidos

Falar em público sobre alguns temas que são corriqueiros é bastante difícil. O apresentador tem que utilizar de mecanismos criativos para sair o óbvio. Ainda mais quando se fala sobre mídias sociais, assunto mais debatido no meio da comunicação. Durante a 9ª Gel ConferenceThe World’s, que reúne importantes líderes criativos em Nova Iorque, o John Reynolds, fundador do twirlr, utilizou o musical para transmitir a sua mensagem sobre mídia social. Confira o vídeo.

Zuckerberg é o novo Bill Gates

O livro sobre o Facebook escrito por David Kirkpatrick é o mais completo e analítico escrito até o momento


O livro “O Efeito Facebook – Os bastidores da história da empresa que conecta o mundo”, do jornalista de tecnologia David Kirkpatrick, é atualmente o mais completo sobre a empresa. A obra tem várias informações de bastidores. Tanto que o jornalista conversou com funcionários, ex-funcionários, acionistas, especialistas da área e, até, com o fundador Mark Zuckerberg.

A obra foi lançada em meados de junho de 2010, nos Estados Unidos, mas só consegui ler agora. O livro conta a história da criação do Facebook, mas não fica somente nas questões jurídicas e de intrigas, como no livro “Bilionários por acaso – A criação do Facebook”, totalmente parcial. O livro de David é profundo e explica, por exemplo, como a empresa ganha dinheiro e o por que do sucesso de uma rede social no meio de tantas que são lançadas diariamente no mundo.

A diferença do Facebook para os outros sites parecidos é que a criação de Zuckerberg virou uma plataforma de comunicação. O Facebook pretende ser para a internet o que o Windows é para os computadores pessoais. A grande missão da empresa é tornar o serviço uma identidade universal na web.

A parte interessante na obra é quando o Facebook contratou a experiente profissional do Google, Sheryl Sandberg, para “descobrir” qual era realmente o mercado em que a empresa atuaria para gerar receita financeira e sustentar todo o crescimento incontrolável. Foi aí que eles analisaram e reconheceram que o Facebook iria ganhar dinheiro com venda de anúncios publicitários, utilizando as informações compartilhadas dos usuários.

A leitura fica evidente que a criação de Mark não seria um fenômeno mundial sem a ajuda de vários especialistas, visionários e profissionais experientes que orientaram no aperfeiçoamento do produto.  Resumo da ópera: Zuckerberg é o novo Bill Gates.

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Oportunidades na área de comunicação nos megaeventos esportivos no Brasil

A realização da Copa do Mundo 2014 terá um impacto de cerca de R$ 47 bilhões na economia brasileira


O planeta está com os olhos voltados para o Brasil nos próximos anos. Com a realização da Copa do Mundo de Futebol 2014 e dos Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016 muitas oportunidades de negócios estão surgindo diariamente em diversos setores da econômia. E para a comunicação, quais são as oportunidades que os megaeventos esportivos irão proporcionar para os comunicadores?

Essa, talvez, é uma das perguntas que muitos estudantes e profissionais da área estão fazendo. As empresas envolvidas diretamente e indiretamente na preparação do país tem a missão de dinamizar e fortalecer as suas marcas no mercado. Para isso, contarão com o auxílio da comunicação e suas diversas áreas, marketing, publicidade e assessoria de imprensa.

Segundo expectativa do governo federal, só a Copa de 2014 terá um impacto de cerca de R$ 47 bilhões na economia brasileira durante o período de 2010 a 2014. O evento movimenta os setores de turismo nas cidades sede da Copa, infraestrutura (construção de estádios, mobilidade, portos e aeroportos), e serviços (segurança, TI, hotelaria, entre outros). Pretendo compartilhar aqui no blog algumas informações que irão ajudar a encontrar as principais oportunidades de negócios na área de comunicação.

Por dentro do New York Times

O documentário Page One, com previsão de estreia para o dia 24 de julho nos Estados Unidos, registra como é a rotina na redação do New York Times e no Centro de Mídia do jornal. Sempre cultivei a curiosidade em conhecer a fábrica de notícias em um grande veículo como Times. O filme vem em boa hora, no período de transformação em que os veículos impressos estão enfrentando no mundo.

Para os interessados, pode conhecer mais na Fan Page no Facebook e no perfil do documentário no Twitter.

Atualização: Foi divulgado mais um vídeo sobre o documentário Page One. Segue mais um trecho para ficar na vontade.

Desafios das notícias sociais

Estamos vivendo uma profunda mudança no consumo de informação na internet. O começo da década foi marcado pela hegemonia do Google. O importante para as empresas de mídia era ter um ótimo SEO (Search Engine Optimization) que colocava o site nas melhores posições nos sites de buscas.

O papel do SEO continua importante, mas não como antigamente. Estamos no momento das indicações sociais. As informações sugeridas pelos amigos possuem um grande peso. Elas representam um filtro social.

Agora, as empresas de mídia tem o desafio de entrar em contato face a face com os leitores. O jornalismo é basicamente contar histórias verdadeiras. E para chegar neste ponto, você tem a obrigação de ouvir o maior número de pessoas. O melhor lugar para ouvir as pessoas é a rede social.

Elas são excelentes para o jornalismo, podemos encontrar pessoas, conversar e interagir. Para aproveitar ao máximo as possiblidades das redes sociais, os jornais tem um caminho a percorrer.

O desafio é saber qual é a melhor maneira de unir o jornalismo de qualidade com os recursos disponíveis pelas redes sociais. Como estamos no olho do furacão, devemos testar novas formas e ficar de olho nas experiências dos concorrentes.