Reunião do Google em 1999
Esse é um vídeo bem interessante. Postado por Doug Edwards, diretor de Marketing de Consumo e Gestão de Marca do Google entre 1999 e 2005, o vídeo registra como era o Google em 1999. A ocasião, a megaempresa só tinha um ano de vida. Vídeo é de uma reunião de equipe, quando o quadro da empresa era de 60 pessoas no máximo.
nove cidades do mundo em 99 dias
A agência de publicidade DM9DDB escolheu comemorar seu aniversário de 21 anos de forma diferente. Viajando por nove cidades do mundo em 99 dias em busca de tendências. Para cumprir essa missão, ela contratou o estudante de economia, 21 anos, Lucas Cabral Maciel. Durante o período, Lucas compartilha, no blog, tendências em que se depara nas cidades. Na volta, ele poderá ser convidado a passar um tempo na DM9.
Gostei muito da proposta. Para acompanhar o projeto é só acessar o blog, Twitter e o Facebook do 99novas.
Huffington Post abre debate sobre propriedade intelectual na internet
O maior blog/site jornalístico, Huffington Post, criado em 2005, é conhecido principalmente pelo grande cardápio de colaboradores que contribuem gratuitamente com informações todos os dias. Recentemente, o blog foi comprado pela AOL (America Online) por 231 milhões de euros.
O problema agora é que os jornalistas colaboradores reivindicam na justiça uma porcentagem da compra do site. A queixa é procedente, porque o grande atrativo do site são os conteúdos gerados pelos blogueiros.
A intenção da ação é buscar uma forma de garantir um meio de sobrevivência aos cerca de seis mil blogueiros que disponibilizam seus conteúdos livremente na página.
A ação foi ativada pelo ex-colaborador, o blogueiro Jonathan Tasini contra a fundadora do veículo, Arianna Huffington, o site e a gigante da Internet AOL.
Já para a Arianna, o processo de Tasini não tem mérito algum. Para Arianna Huffington, os escritores contribuem para o Huffington Post sem custos pela mesma razão que participam de programas de TV todas as noites: porque são apaixonados por suas ideias ou porque têm algo a promover e querem se expor a um público grande e diversificado.
Penso que o assunto é muito mais complexo do que a paixão por um ideal. Ele abre o debate para a classe jornalística. Quem é realmente o dono da informação? O veículo, o site ou o blog que hospeda a sua informação (blogspot ou wordpress)?
Acredito que o conteúdo é de propriedade de quem o criou. O que você pensa?
Anywhere Office
As grandes empresas online mudaram não somente a forma como as pessoas se comunicam por meio da internet, mas também a maneira de trabalhar. Entre as novas maneiras de encarar o dia-a-dia dentro das empresas, o anywhere office começou a ter adeptos aqui no Brasil. Ele é a evolução do home office.
A agência de publicidade DM9, do grupo de comunicação África, adotou a modalidade desde o começo do mês de fevereiro. Cerca de 60 funcionários deixaram de ir todos os dias à sede da agência e trabalham em horários flexíveis, de casa ou até de um café.
Em entrevista ao site Info, o Sérgio Valente, presidente da DM9, diz que a intenção não é transformar a casa do funcionário em escritório. “Ele vai trabalhar em qualquer lugar onde se sinta à vontade”, diz Valente. Um notebook, um celular e uma conexão Wi-Fi são suficientes para que os criativos da agência se beneficiem da flexibilidade que ganharam. Ausência de pressão e fluxo de pensamento mais livre são outras vantagens que a agência acredita obter.
Com o anywhere office, as mesas também começam a cair em desuso na DM9. Sérgio Valente trocou a sua por uma confortável cadeira Charles Eames e trabalha com o notebook no colo.
Making Of do TEDxAmazônia 2010
Comunicação esportiva é muito mais do que cobertura na beira do campo de futebol
Nos últimos tempos venho trabalhando bastante com esporte. Necessariamente na divulgação de eventos ou iniciativas esportivas. O Brasil está vivendo um momento muito especial, principalmente com a preparação da Copa do Mundo de Futebol 2014 e dos Jogos Olímpicos, dois anos depois, em 2016 na cidade do Rio de Janeiro.
A população brasileira é apaixonada por esporte. Seja futebol, fórmula 1 ou qualquer atividade que envolva competitividade. A comunicação tem um papel primordial na divulgação e massificação de uma modalidade esportiva. São dois temas que andam juntos. Agora, pretendo sempre que possível compartilhar aqui no blog algumas experiências relacionadas à comunicação no esporte.
O assunto é muito mais amplo do que a simples cobertura esportiva na beira do campo de futebol. Com diversas ferramentas de comunicação em mãos, os esportes com pouca divulgação na mídia tradicional vêm conquistando espaço em nichos espalhados pela internet.
Journalists on Facebook
“Alcance seus leitores diretamente no Facebook, uma audiência de mais de 500 milhões de pessoas ao redor do mundo”. Essa é a descrição da página criada pelo Facebook voltada para os jornalistas. O objetivo é ajudar os repórteres a utilizar a rede social como ferramenta jornalística e de conexão com os usuários.
Segundo o site, a página Journalists on Facebook (Jornalistas no Facebook) pretende suprir jornalistas com informações sobre como fazer melhor uso do serviço no cotidiano, baseado até mesmo em experiências anteriores por parte de veículos noticiosos.
Today we’re launching a new “Journalists on Facebook” Page to serve as an ongoing resource for the growing number of reporters using Facebook to find sources, interact with readers, and advance stories. The Page will provide journalists with best practices for integrating the latest Facebook products with their work and connecting with the Facebook audience of more than 500 million people.
A proposta do Facebook vai além da página. A empresa lançará um programa de jornalismo Facebook Meetup. Eles organizarão eventos ao redor do mundo com workships prático sobre como usar o Facebook como ferramenta de comunicação.
10 lições empreendedoras de Steve Jobs
O Rodrigo Henrik, CEO da Digital Markketing, publicou um post no blog que gostaria de compartilhar aqui no meu espaço. São 10 lições empreendedoras do mago Steve Jobs. Ele só é o executivo mais admirado do mundo moderno.
1. Parceria com o concorrente
Pouca gente sabe, mas se não fosse pela Microsoft, talvez (enfatizo no talvez) a Apple não estivesse aqui. Em 1997, após muitos anos no vermelho, Steve Jobs precisava juntar dinheiro rápido e foi esperto o bastante para procurar Bill Gates. A Microsoft investiu $150 milhões na Apple e foi parceira da marca na Macworld Expo 97. Jobs justificou dizendo: “Isso é pela saúde da Apple, para que ela possa dar grandes contribuições à indústria e voltar a prosperar”. O que, de fato, aconteceu.
2. Colocar “sexo” nos produtos
Jobs é um vendedor nato. No início, Wozniak cuidava da engenharia enquanto Jobs tratava de vender e conseguir parcerias. Não sei o que ele quis dizer com “sexo” quando em 1998 Jobs convocou uma reunião e disse: “sabe o que essa empresa tem de errado? Os produtos são uma droga! Não há sexo neles.” O que eu sei é que hoje, o design dos produtos Apple tem um sex appeal, desculpem o trocadilho! ; )
3. Criar soluções possíveis para problemas impossíveis
A Apple é uma indústria, certo? Errado. É também comércio. Tudo começou quando Steve Jobs achou que as lojas de varejo não davam a atenção que os produtos Apple mereciam. Então, ele fez o que na época ninguém fazia: criou lojas próprias. Pode parecer fácil, mas atuar com algo que você não domina, como o varejo, é sempre um grande desafio.
4. Dizer aos consumidores o que eles querem em vez de perguntar
Jobs é famoso por dizer que os consumidores não sabem o que querem até ele dizer o que elas devem querer. Sua teoria pôs abaixo um dos maiores mitos do marketing: o de que os consumidores conhecem seus desejos. A Apple não usa grupos de foco, em vez disso diz o que as pessoas querem antes de quererem. Ano passado quando o iPad foi anunciado, as pessoas acharam o produto bobo, e não foi que ele se tornou sonho de consumo?
5. Produtos que funcionam melhor juntos
A Apple é famosa por favorecer seus próprios produtos. iPod com iTunes, iTunes com iMacs, interação entre iPhones e iPads e iTunes store, etc. A justificativa por trás disso na opinião de Steve Jobs é: “A Apple está sempre mostrando que a soma das partes é maior que o todo”.
6. Não contratar apenas os melhores
Como muitos estudiosos da criatividade defendem, a empresa aposta na diversidade da sua equipe. O próprio Steve Jobs atribui parte do sucesso dos Macintosh ao fato de ter funcionários com formação em música, história, zoologia e literatura.
7. Estimular o pensamento diferente
“Pense diferente” não é apenas o título de uma das campanhas publicitárias mais memoráveis da história, mas é também a filosofia que a empresa se sustenta.
8. Não incrementar demais
Apenas recentemente os iPods passaram e ter rádio FM e o primeiro iPhone tinha uma câmera péssima. Essa é uma das maiores lições da Apple: você não precisa lançar o produto perfeito, apenas crie algo incrível e antes de todo mundo. “Nós somos absolutamente consumidos pela ideia de criar uma solução que seja muito simples”, disse o designer Jonathan Ive, vice-presidente de design da Apple.
9. Vende sonhos, não produtos
Foi-se o tempo em que o Mac OS X era o mais seguro , o mais rápido e o mais estável, mas ficou a imagem de um super produto, uma grande reputação e o melhor design para se ter na sala de casa. As pessoas não compram iMac, iPhones e iPads pelo que eles são, mas pelo que eles representam, ter um Mac é um estilo de vida!
10. Acreditar em si próprio
Steve Jobs disse no seu famoso discurso em Stanford: “Tenha a coragem para seguir o seu coração e sua intuição. Ele, de alguma forma, já sabe o que você quer se tornar”.





