Tributo a JK é o resgate histórico de Brasília a eterna “Capital da Esperança”

brasilia

“Para quem contempla Brasília, as emoções são sempre diversas. Admira-se a grandiosidade do plano de Lúcio Costa, o gênio de Oscar Niemeyer e a obstinada confiança de um povo em seu destino nacional. Só assim tornou-se possível levantar no Planalto uma cidade que é, ao mesmo tempo, um poema e um compromisso com o futuro”, Juscelino Kubitschek.

Tive a oportunidade de visitar, nesta quarta-feira (30/09), na Praça Central do Museu Nacional no Conjunto Cultural da República, a exposição Tributo a JK, já em comemoração ao aniversário de 50 anos de Brasília, que será comemorado em 2010.

A exposição multimídia é um mergulho na história da construção de Brasília. Textos, músicas, fotos e vídeos,  fazem o clima para o retorno na história. Quem esteve presente pode ver uma megaestrutura.

Um fato me chamou atenção. Realizado pelo jornal Correio Braziliense e pelo Banco BRB, com patrocínio da Centrais Elétricas FURNAS, a exposição ficou somente seis dias, do dia 25 à 30 de setembro.

A história é apresentada em cinco subsalas. Minha Brasília; passado, presente e futuro; palavras; desejos e do traço à realidade.

Leia mais sobre a exposição Tributo a JK

Brasília em 1964

Para quem vive ou conhece Brasília como um grande centro urbano, com todos os problemas das grandes metrópoles, é difícil imaginar a cidade antes da inauguração em 1960. Congestionamento, dificuldade de encontrar vagas nos estacionamentos e a criminalidade, são alguns dos problemas da atualidade.

O filme “O homem do Rio”, de parceria Francesa e Italiana, fez um grande registro histórico da Capital Federal. Filmada pouco depois da inauguração de Brasília, 1964, o filme mostra as grandes avenidas quase desertas. O enredo do filme é o que menos importa, o que é relevante mesmo é ver a nossa Capital nos primeiros anos de vida. O filme também tem cenas em outras cidades como Paris, Rio de Janeiro e Amazonas.