Pesquisa revela que sites de notícias e blogs são a segunda principal fonte de informação para brasileiros

O Grupo Máquina ao Vox Populi realizou uma pesquisa que revela que os sites de notícias e blogs jornalísticos já são a segunda principal fonte de informações, citados como primeira opção por 20,4% dos entrevistados e ficando atrás apenas da TV, com seus 55,9%. Na sequência, aparecem jornais impressos (10,5%) e rádio (com 7,8%).

Já as redes sociais representam 2,7% da amostra, como principal fonte de informação, ficando à frente das versões online dos jornais (1,8%) e das revistas impressas (0,8%) e online (0,1%).

No quesito credibilidade, a pesquisa solicitou que os entrevistados dessem notas de 01 a 10. O rádio pulou para o primeiro lugar, com média 8,21. Em seguida, estão sites de notícias e blogs jornalísticos (8,2), TV (8,12), jornais online (8,03), jornais impressos (7,99), revistas impressas (7,79), redes sociais (7,74) e revistas online (7,67).

A pesquisa ouviu 2,5 mil pessoas maiores de 16 anos, entre 25 de agosto e 9 de setembro, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Hábitos dos jornalistas brasileiros dentro das redes sociais

iPhone

A empresa de comunicação S2 Comunicação Integrada publicou, na semana passada, o resultado de uma pesquisa realizada, entre os meses de junho e setembro deste ano, que revela os hábitos dos jornalistas brasileiros dentro das redes sociais.

Como não poderia deixar de registrar aqui no blog, segue os resultados obtidos:

A maioria dos jornalistas afirmou que usa as redes sociais tanto para propósitos pessoais como profissionais.

Dentre as fontes de informação, o Orkut foi apontado por mais de 40% dos entrevistados. O Twitter também é bastante utilizado, principalmente em São Paulo, onde é mencionado no mesmo patamar que o Orkut.

Orkut é a rede social mais utilizada pelos jornalistas, com 83,46% de adesão. Logo em seguida vem o Twitter, com 48,77%; Facebook, com 33,11%; MySpace, com 20,09%; Flickr, com 18,94%; e Linkedin, com 15,81%.

Entre os jornalistas do Estado de São Paulo, o Twitter é a rede social mais ativa: 52% dos profissionais responderam que o atualizam mais de 4 vezes por semana. Enquanto que o Facebook se mostrou o menos ativo: 61% dos jornalistas atualizaram de 0 a 1 vez na semana e apenas 23% mais de 4 vezes. O Orkut segue a mesma tendência, o que demonstra um perfil de rede menos dinâmica.

O local mais usado pelos jornalistas para acesso às redes sociais é a casa deles. Cerca de 75% dos profissionais pesquisados em São Paulo e na região Sul preferem acessar de casa e 68% nas regiões Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O uso das redes acontece em menor grau no trabalho, cerca de 50% em todas as regiões.

A região Sul se destaca como a que contempla maior número de jornalistas que acessam as redes sociais com maior freqüência: quase 32% dos entrevistados acessam acima de 3 horas semanais. Depois vem a região Sudeste, sem São Paulo, que vem logo em seguida – estatística que surpreende, pois o estado pertence à região com maior adesão a estas redes.

Transmedia: Experiência máxima do entretenimento

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é oTransmedia[bb]. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; cinema[bb], série de televisão,[bb] filmes para celular,[bb] videogames,[bb] quis, chats, comunidades virtuais,histórias em quadrinhos[bb] e outros subprodutos.

As histórias do James Bond[bb], Star trek[bb] e O Mágico de Oz[bb] são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia:

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é o Transmedia. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; Cinema, série de televisão, filmes para celular, videogames, quis, chats, comunidades virtuais, histórias em quadrinhos e outros subprodutos.

As histórias do James Bond, Star trek e O Mágico de Oz são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia:

1ª Conferência Nacional de Comunicação em Brasília

“Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital” é o tema da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que será realizada entre os dias 14 e 17 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

O site da conferência já está no ar. Entre os temas discutidos estarão a “produção de conteúdo”, “meios de distribuição” e “cidadania: direitos e deveres”. Vamos ficar atentos aos temas e aos trabalhos desenvolvidos na conferência.

O encontro foi uma reivindicação dos movimentos sociais e sindicatos. Eles pedem a revisão das políticas públicas do setor, além de defenderem novos critérios para as concessões de emissoras de rádio[bb] e TV[bb] e financiamento público para mídias comunitárias[bb].

O governo do Distrito Federal deve se reunir nesta semana com representantes das instituições que irão participar da Conferência Distrital de Comunicação (Confecom-DF), que servirá como uma prévia do encontro nacional.

Guia dos jornalistas Freelancer

Essa é a segunda parte do manual dojornalista[bb] autônomo. As dicas são bem básicas, mas servem pelo menos como um apoio inicial.

“2- Nós somos grandes e sabemos disso.

Em nossa linha de trabalho, os elogios são poucos e distantes entre si. Vamos nos auto-elogiar, em vez de esperar por um reconhecimento que não serão vindos dos clientes.

Cabe a nós acreditarmos em nossos talentos: quanto mais acreditamos, mais os outros irão acreditar. Vamos fazer disso uma prioridade para oferecer uma qualidade de serviço consistente, qualquer que seja a situação. Orgulho de um trabalho bem feito sempre nos ajudam a sentir grande!

As pessoas criativas são expostas todos os dias pela síndrome do impostor. Nossa humildade nos impede de procurar novos empregos, seduzir novos clientes e faturar mais dinheiro. Além do mais, esta síndrome é sustentada por alguns clientes que projetam a idéia de que eles estão fazendo um favor dando-nos trabalhos e que mostram o pouco apreço, uma vez que nosso trabalho é feito.

Devemos buscar feedback de colegas e amigos de confiança, que podem nos mostrar as nossas fraquezas, para nos ajudar a fazer um trabalho ainda melhor.

Não devemos interpretar negativamente uma ausência de elogios de clientes e colegas. Se nós somos grandes – o que somos! – Então nós não precisamos de alguém para nos dizer isso.

O simples fato de sermos um jornalista freelancers é prova suficiente de que somos grandes.”

Leia a primeira parte do Manual

Por que blogar?

O blogueiro Tiago Dória postou alguns comentários sobre a pesquisa State of the Blogosphere, divulgado nesta terça-feira. O estudo é bastante interessante. Ele aborda, especificamente, os hábitos dos blogueiros. Este post é para comentar o post do Tiago e não o estudo, até porque eu não cheguei a ler-lo.

Segundo a pesquisa, os blogueiros de hobby, como eu, estão atualizando cada vez menos seus blogs. Destes, 30% se dedicam mais as redes sociais e aos microblogs.

Acredito que a tendência é só aumentar. Porque cada vez que é criado um novo site de relacionamento o tempo para se dedicar ao próprio blog diminui. Já está difícil ler as atualizações do Twitter, Facebook, Gmail, Orkut e Youtube, imagine outros sites que se destacam na web.

O problema é que nós temos outras coisas para fazer, do que somente ficar navegando nas redes sociais. E atualizar um blog requer pesquisa e atenção.

Outro ponto que achei interessante foi a ratificação que a maioria das pessoas bloga para a autoexpressão. Para os blogueiros profissionais o sucesso está relacionado ao número de pageviews, já para os não profissionais ter um blog é meramente para a satisfação pessoal.

Esse é meu caso. Nunca tive muita pretensão com meu blog. Sempre quis ter um espaço, bem arrumadinho e bonitinho, para publicar meus textos. Hoje, vejo o blog como uma ferramenta primordial para todos os jornalistas e estudantes de comunicação. Mesmo sem muitos leitores, ter um blog é a oportunidade de publicar as opiniões e pensamentos sobre temas que lhe agrada ou que incomoda.

O futuro do blog e da blogosfera nós não sabemos. Mas com tantos lugares para publicar opiniões, o blog está ficando de lado.

Twitter e as celebridades

O Twitter se consolidou como uma grande fonte de pauta para jornais e sites de notícias. Antigamente, as redações possuíam os rádios escuta. Agora, algumas já possuem o pesquisador de pauta no Twitter.

As primeiras pautas retiradas do site foram sobre flagras do cotidiano. Isso por causa do imediatismo das informações que circulam na página. Agora, as principais pautas são as declarações e opiniões das celebridades.

A mais recente foi os comentários, no Twitter, do apresentador Luciano Huck sobre a modelo Lívia Andrade, em entrevista ao jogador de futebol, Ronaldo, no programa Silvio Santos, no SBT.

“Quem é esta louca com o Silvio Santos??? VPP: vergonha pela pessoa”, indagou Luciano. Ele acrescentou ainda: “Esta louca quer dar um trato no patrão!!!!!”.

Isso prova que, principalmente, as celebridades devem ter cuidado no que escrevem no site. A sensação de intimidade faz com que as pessoas falem o que pensa sem medir a possível repercussão das declarações.

Blogueiros discutem em Brasília os rumos da mídia

Cinco dos principais nomes da blogosfera independente brasileira estarão em Brasília, entre os dias 26 e 30 de outubro, para discutir com estudantes de comunicação e profissionais da imprensa o papel das novas mídias.

O ciclo de palestras será realizado no auditório principal do IESB, no Campus Edson Machado, na Asa Sul, em Brasília, das 19h às 21h30, com entrada gratuita. Segundo o release divulgado, o objetivo é estimular estudantes de comunicação e jornalistas a debater os rumos da chamada grande imprensa e a conhecer o pensamento crítico de alguns dos principais nomes da blogosfera independente.

Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif, Luiz Carlos Azenha, Rodrigo Vianna e Marco Weissheimer foram convidados a falar da internet como alternativa de informação para o público, o novo mundo das redes sociais, a crise da mídia corporativa e o exercício da cidadania online.

No dia 26 de outubro a palestra é do jornalista Paulo Henrique Amorim, 27 do Luís Nassif, 28 do Luiz Carlos Azenha, 29 do Rodrigo Vianna e 30 do blogueiro Marco Weissheimer.

Jornalistas e o Twitter

twitter

O jornalista José Toledo selecionou, em seu blog, sete dicas para os jornalistas que possuem perfil no Twitter. Para o blogueiro, “twittar é preciso, especialmente para jornalistas. Nem tanto pela necessidade, mas porque é parte do trabalho e, como todo trabalho, requer um método”.

Para Toledo, o jornalista twitteiro tem que ter foco; ter regras para escolher quem seguir; retuitar só depois de chegar; manter um ritmo; escolher a hora certa de escrever; prestar atenção no que é retuitado e dividir os twitters em listas.

Como todo começo de algum site ou ferramenta, os usuários precisam de uma orientação.  Em relação às redes sociais, o aprendizado é feito no empirismo.

Já se você procura uns jornalistas para seguir no Twitter, o site Jornalist.as reúne, as twittadas dos repórteres de língua portuguesa. É uma ótima opção de referência para começar.

Concurso para colaborador do blog do Manual dos Focas

Manual dos Focas

Os jornalistas que mantém o blog Manual dos Focas abriu um concurso para ampliar a equipe de colaboradores da página. Os interessados poderão enviar as suas inscrições até o dia 20 de outubro.

O blog é uma ótima oportunidade para o jornalista iniciante ter seus textos publicados, além de ter visibilidade no mercado. Segue o regulamento do concurso:

Regulamento:

Serão três etapas classificatórias. A primeira consiste numa redação com até 1,4 mil caracteres (10 vezes o texto do twitter). Nela, o foca deve escrever sobre si, sobre o porquê decidiu se tornar jornalista e contar-nos um pouco da sua experiência profissional. Também deve nos dizer quais suas áreas de interesse, se por cultura, economia, política. O que seja.

A segunda etapa serve para conhecermos a disponibilidade do foca em escrever. Ele deve nos dizer o que faz atualmente, e, sobretudo, quanto tempo tem livre para redigir artigos e ler jornal. Daremos preferência ao foca que conhece não só o que se passa no noticiário nacional como também no local. Ele será nosso observador da cobertura regional da imprensa.

Quem chegar à terceira etapa deverá escrever cinco sugestões de artigo, cada qual da sua maneira. Lembre-se sempre, entretanto, que deverá se tratar de assuntos jornalísticos. Ou de comunicação.