Flexibilidade, independência e home office são alguns dos motivos dos americanos trabalharem como freelancers

Pesquisa revela também que mais de 75% dos freelancers dos EUA são homens

Faz algum tempo que não escrevo sobre os profissionais que trabalham como freelancer. Gostaria de compartilhar com você a pesquisa da Socialcast que teve o objetivo de traçar o perfil dos freelancers dos Estados Unidos.

O resultado é bem interessante. Entre os principais motivos que os profissionais optaram por esse modo de vida estão a maior flexibilidade, o controle da criação dos projetos, opção de trabalhar em casa, criar o próprio negócio e querer ganhar mais dinheiro.

Você pode encontrar o infográfico referente a pesquisa aqui.

Outro fato curioso, revelado pela pesquisa, é que os freelancers sul-americanos passam mais horas trabalham do que o resto do mundo. É uma média de 49 horas, o equivalente a quase seis dias de trabalho por semana.  Para aqueles que querem entrar nesse ramo, nos Estados Unidos a grande maioria dos trabalhos são conquistados por meio de indicações.

 

*Podemos debater os posts por meio dos comentários. Conheça melhor o autor do blog:
Jornalista Breno Barros
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Guia dos jornalistas Freelancer

Essa é a segunda parte do manual dojornalista[bb] autônomo. As dicas são bem básicas, mas servem pelo menos como um apoio inicial.

“2- Nós somos grandes e sabemos disso.

Em nossa linha de trabalho, os elogios são poucos e distantes entre si. Vamos nos auto-elogiar, em vez de esperar por um reconhecimento que não serão vindos dos clientes.

Cabe a nós acreditarmos em nossos talentos: quanto mais acreditamos, mais os outros irão acreditar. Vamos fazer disso uma prioridade para oferecer uma qualidade de serviço consistente, qualquer que seja a situação. Orgulho de um trabalho bem feito sempre nos ajudam a sentir grande!

As pessoas criativas são expostas todos os dias pela síndrome do impostor. Nossa humildade nos impede de procurar novos empregos, seduzir novos clientes e faturar mais dinheiro. Além do mais, esta síndrome é sustentada por alguns clientes que projetam a idéia de que eles estão fazendo um favor dando-nos trabalhos e que mostram o pouco apreço, uma vez que nosso trabalho é feito.

Devemos buscar feedback de colegas e amigos de confiança, que podem nos mostrar as nossas fraquezas, para nos ajudar a fazer um trabalho ainda melhor.

Não devemos interpretar negativamente uma ausência de elogios de clientes e colegas. Se nós somos grandes – o que somos! – Então nós não precisamos de alguém para nos dizer isso.

O simples fato de sermos um jornalista freelancers é prova suficiente de que somos grandes.”

Leia a primeira parte do Manual

Guia de sobrevivência para jornalistas freelancer

O jornalista[bb] americano freelancer, Nicolas Ritoux, escreveu o manual de “sobrevivência” para todos que quiserem se aventurar na carreira independente. O manual é um pouco da experiência adquirida por Ritoux como freelancer.

Você pode encontrar o manual no site freelancersanonymous.com, mas o conteúdo está disponível somente em inglês.

Vou traduzir o guia e postar por capítulos. O assunto é muito pertinente, principalmente, para os jornalistas empreendedores. Segue a primeira parte do guia:

jornalista]

“Todos nós temos ouvido estereótipos e preconceitos em torno de ser um jornalista freelancer. Este guia de sobrevivência serve para ajudar a restabelecer certos fatos, bem como para elaborar os princípios básicos para o nosso sucesso.

Como a mídia se move inexoravelmente para a web e o jornalismo se torna cada vez mais desvinculado as instituições. Assim, trabalhar como autônomo é uma oportunidade para a nova geração de jornalistas.

Este guia vem em boa hora porque chegou o momento de refletir sobre o nosso estado, as estratégias de sobrevivência e de melhores práticas para o futuro.

Libertar todo o nosso potencial

O freelancer tem que oferecer um excelente serviço, com flexibilidade e disponibilidade, e sempre com a promessa de uma qualidade consistente. O jornalista poderá ter uma vida confortável, uma vez estabelecido todas as metas.

1 – Admitir que temos um problema.

Estamos sujeitos ao mito de que um freelancer é um “artista”, o autor, por contrato, ou algum tipo de jornalista – em vez disso, devemos nos apresentar como fornecedores profissionais oferecendo um serviço de alta qualidade.

Nós sofremos de uma idéia preconcebida triste: freelancers são “pobres” “inseguro” e “ainda está tentando encontrar um emprego de verdade”.

Há um equívoco sobre o estatuto profissional dos freelancers. Clientes e colaboradores muitas vezes pensam que estão em algum tipo de relação entre empregados. Por que ainda estamos vendo o trabalho de freelancer como de desocupados?
Só podemos decidir mudar as coisas.

Vamos à rua nas mesmas condições que os nossos colegas de redação. Não temos nada a invejar-los. Temos que considerar que eles são uma espécie prestes a desaparecer a qualquer momento. O futuro do jornalismo é “desinstitucionalizados”, independente e multitarefa. O Futuro do jornalismo é freelancer.

Vamos abraçar a nossa natureza empresarial, orgulhando-nos da nossa boa organização, as empresas de desenvolvimento de competências e de alta qualidade de serviço. Estes são os pilares do sucesso e da realização pessoal.

Vamos parar de choramingar sobre as nossas dificuldades financeiras. Ele cria a percepção de que nós vamos assumir qualquer contrato. Há um provérbio francês que diz. “apenas as pessoas ricas obtêm empréstimos”.

Falando sobre as nossas dificuldades que nos torna mais comprimido e um arraste para aqueles que nos rodeiam.”