Rafinha Bastos é um ser da internet

Todo mundo sabe que o Rafinha Bastos é polêmico. Tem quem gosta e quem não gosta. Essa característica também era a sua marca no período que fazia stand up comedy somente na internet. Assim, ele saiu das telas dos computadores para a sala de milhões de brasileiros na bancada do programa Custe o Que Custar (CQC), da Bandeirantes. Agora, Rafinha retorna as origens e continua repercutindo na internet.

Formado em jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a carreira do Bastos na televisão brasileiro começou em meados dos anos 2.000. Com passagem pela Rede Manchete, entre 1997 e 1999, TVE RS, de 1999 a 2001, e RBS TV, entre 2001 e 2006, o jornalista acumulou bastante experiência no mercado televisivo e se encontrou, mesmo, na internet. Assim, ganhou visibilidade.

A internet é a grande ferramenta de Rafinha Bastos. Ele entende muito bem como funciona a dinâmica das redes sociais. Tanto, que já foi escolhido em 2011 o perfil mais influente do Twitter – não só no Brasil, mas no mundo – , segundo o serviço que mede a popularidade na rede social, Twitalyzer. O perfil do comediante conta com mais de 3,5 milhões de seguidores.

Com os vídeos, o sucesso também é garantido. Inteligente, perspicaz e com humor irônico, seus canal no YouTube é um sucesso. A prova é o seu novo vídeo, “Como funciona os sites de fofocas”, que em apenas dois dias já foi visto por mais de 170 mil vezes. Nada mal, né? A página no comediante tem a impressionante marca de 70 milhões de vídeos views. Quem é de internet nunca deixa a internet.

Videocast do René de Paula: internet, cultura e tecnologia

O post de hoje é uma dica. Videocast do René de Paula, para quem gosta de internet, cultura e tecnologia. Conheci o René por meio do YouTube, ao assistir o debate no Oi Acontece, sobre as verdades, exageros, números over-dimensionados e a dura realidade de quem trabalha com a internet.

 

Achei muito interessante o ambiente em que o René faz a maioria dos seus videocasts. Ele utiliza o trajeto de casa para o trabalho para filmar os vídeos dentro do próprio carro. Isso mostra como ele não tem tempo a perder, aproveitando cada minuto para criar conteúdo.

 

Gosto da visão bem realista do mercado online brasileiro, servindo como contra ponto dos eufóricos “gurus” da web. Ele tem bastante experiência no mercado, com passagem pelo Yahoo! Brasil e Microsoft. Você pode conferir o Linkedin aqui.

 

Dica de leitura

Na procura por novos conteúdos na internet, deparei com o blog da Yara. Com uma visão de mercado, o blog é voltado para comunicação. Ela é jornalista, sócia e vice-presidente do Grupo CDN, considerada uma das mais importantes agências de comunicação do país. Atualmente, Yara é responsável pela área de Desenvolvimento de Novos Produtos da CDN.

Gostaria de compartilhar um post da Yara que chamou a minha atenção. “Desconectados 2.0”. É um comentário sobre o estudo chamado “Alone Together” da professora do MIT, Sherry Turkle. O estudo alerta interessante sobre a mudança de padrão de comportamento que as redes sociais podem estar provocando.

Ela diz que “enquanto usamos todas as ferramentas, todo o potencial que a tecnologia oferece, nos sentimos senhores do universo (…)”. Logo em seguida, se usarmos um pouco mais de atenção e dermos espaço para a realidade, percebemos que tudo aquilo que nos deu a sensação de engrandecimento, “também nos achata, nos reduz, nos simplifica”.

A tecnologia nos impôs a necessidade de estarmos sempre conectados. Só assim nos sentimos completos, satisfeitos, como se a lição de casa tivesse sido feita. Uma grande ilusão, segundo a professora do MIT.

Com as redes sociais, argumenta ela, estamos menos conectados com os outros e “hiper-conectados com as simulações que eles próprios criaram” para nós nas redes sociais.

Essa falsa necessidade de permanecer conectado, tratada por ela como insalubre, “degrada o valor emocional e intelectual da solidão, isola-nos, além de nos enclausurar em um espaço incerto entre a realidade e algo parecido com o mundo de sonhos compartilhados (…)”.

Bem, há quem discorde da professora, mas de qualquer forma para os que fazem uso exacerbado das redes sociais e abandonaram a prática do bom senso, vale o sinal amarelo.

Carnaval da Internet

O Brasil possui uma diversidade de carnavais. Escolas de Samba, Trios elétricos, frevo e, até mesmo, sertanejo faz a festa. Tudo depende da região do país. Neste ano, o principal meio de comunicação do carnaval foi a internet.

Toda essa diversidade estava nas páginas da web. Quem esperava assistir pela televisão, principalmente o carnaval de Salvador pela TV Bandeirante, se decepcionou. O foco deste ano foi a folia de Recife e Olinda.

Restou somente assistir pela internet, pela transmissão ao vivo do portal Terra.com. O Twitter também foi bastante utilizado. Gostaria de ressaltar o canal do Youtube/Carnaval, que disponibilizava alguns repórteres no carnaval de Salvador, mostrando os bastidores e a animação dos Trios Elétricos.

O canal do Google também estimulou o envio de vídeos pelos foliões de todo o país. Isso foi só o começo.

Está chegando o Campus Party 2010

Associamos automaticamente o mês de janeiro a sol, verão e férias. Já para os aficionados por tecnologia é o mês mais esperado, porque a cidade de São Paulo recebe internautas de todo o país para o Campus Party. Em 2010, o encontro será entre os dias 25 e 31 deste mês.

O evento é o principal ponto de encontro dos internautas para trocar experiências e discutir idéias sobre tecnologia, cultura digital e entretenimento em rede. Até o momento, não tive a oportunidade de participar de nenhuma edição do evento, porque em janeiro não é o mês das minhas férias no trabalho.

Serão 24 horas de atividades por dia, com uma grade diversificada de palestras, desafios e apresentações em quatro zonas temáticas: Ciência, Criatividade, Entretenimento Digital e Inovação.

Se você não conhecia o evento e pretende participar, acesse o site oficial da Campus Party.

Reportagem sobre o Futuro da tecnologia

Se depender das duas maiores emissoras de televisão brasileira, as noites de domingo serão cada vez mais monótonas. Principalmente pelo Fantástico. Lembro que quando criança, esperávamos em casa o programa começar. Assistíamos reportagens investigativas e o resumo do que aconteceu de mais importante na semana. Hoje, o máximo é o Detetive Virtual ou o concurso Menina Fantástico.

Nem tudo está perdido. No último domingo, o programa passou uma reportagem sobre a tecnologia do futuro. Segue o vídeo e avalie o que o futuro, segundo o fantástico, nos espera.

Orientações para as Agências Digitais

Nos últimos anos o mercado online ofereceu grandes oportunidades para quem pretende prestar serviços para web. Assim, cresce o número de agências digitais. A dificuldade, para as empresas novatas, começa na conquista do primeiro cliente. A dúvida é: quanto cobrar pelo serviço?

Orientações para as Agências Digitais

Para tentar iluminar as agências, que inicia ou já estão no mercado, a Associação Paulista das Agências Digitais (APADi) lançou o Documento de Concorrência e Avaliação para serviços digitais.

O documento relaciona os 10 principais pontos que devem ser considerados durante o processo de avaliação, além de oferecer dicas sobre a elaboração de briefing, quantidade de agências convidadas, critérios de avaliação de preços e propostas, diretrizes para implementação e gestão.

Imagem: Flickr @Revistadaampla

Newsgame: jornalismo com interatividade

Quem viveu a fase, a partir dos anos 80, cresceu juntamente com os jogos de vídeo games. Nos anos 90, os pais começaram a tratar, com preocupação, a intensidade com que as crianças passavam jogando na frente da televisão. Como as atuais redes sociais, que no início eram consideradas coisas de adolescentes, os videogames também possuíam esse estigma.

Eu fiz está contextualização para falar um pouco sobre o newsgame, jogos produzidos com base nos acontecimentos atuais. O conceito não é novidade para muitas pessoas, mas vale comentar e refletir sobre esse gênero de jornalismo, que tende a ter mais destaque nas redações.

O jornalismo sempre procurou novas maneiras de informar as pessoas de maneira mais agradável possível.  Eles são utilizados para complementar e contextualizar as notícias.

Contar histórias, por meio de jogos, é a evolução do que conhecemos hoje como os infográficos. No jornalismo impresso, revista ou jornal, os infográficos tenta explicar as notícias por meio dos gráficos ou desenhos. Na internet os infográficos foram substituídos pelas animações em flash.

Assim como o jornalismo 2.0, em que os internautas possuem uma experiência ativa, o newsgame também propicia uma experiência ativa e não passiva, como nos jornais impressos.

O site da Globo.com já produziu alguns exemplos de newsgame. Outro exemplo, bem conhecido no mundo, é o Great Flu, jogo que simula uma epidemia de gripe. Os jogadores escolhem um tipo de vírus com qual quer lutar e o país onde ele será expandido e depois controlado pelo jogador.

O formato tende a crescer mais ainda quando os jogos puderem ser jogados, também, no celular. A experiência de ficar informado passará a ser entretenimento e não algo monótono.

A Universidade de Granada, na Espanha, fez uma pesquisa que diz que as crianças que jogam videogame possuem mais chances de tirar boas notas. A pesquisa indica que o uso do videogame reduz o estresse causado pelo aprendizado e aumenta a autoconfiança dos alunos. Os pesquisadores analisaram o comportamento de 266 adolescentes de 11 a 16 anos de idade para avaliar o impacto dos videogames na inteligência e no desempenho escolar.

O blog Game Girl indicou alguns links, bem interessantes, que falam sobre o tema:

News Games

Newsgaming.com

Play The News

Games and journalism: Now that journalism is in trouble, why not play with it?

Hábitos dos jornalistas brasileiros dentro das redes sociais

iPhone

A empresa de comunicação S2 Comunicação Integrada publicou, na semana passada, o resultado de uma pesquisa realizada, entre os meses de junho e setembro deste ano, que revela os hábitos dos jornalistas brasileiros dentro das redes sociais.

Como não poderia deixar de registrar aqui no blog, segue os resultados obtidos:

A maioria dos jornalistas afirmou que usa as redes sociais tanto para propósitos pessoais como profissionais.

Dentre as fontes de informação, o Orkut foi apontado por mais de 40% dos entrevistados. O Twitter também é bastante utilizado, principalmente em São Paulo, onde é mencionado no mesmo patamar que o Orkut.

Orkut é a rede social mais utilizada pelos jornalistas, com 83,46% de adesão. Logo em seguida vem o Twitter, com 48,77%; Facebook, com 33,11%; MySpace, com 20,09%; Flickr, com 18,94%; e Linkedin, com 15,81%.

Entre os jornalistas do Estado de São Paulo, o Twitter é a rede social mais ativa: 52% dos profissionais responderam que o atualizam mais de 4 vezes por semana. Enquanto que o Facebook se mostrou o menos ativo: 61% dos jornalistas atualizaram de 0 a 1 vez na semana e apenas 23% mais de 4 vezes. O Orkut segue a mesma tendência, o que demonstra um perfil de rede menos dinâmica.

O local mais usado pelos jornalistas para acesso às redes sociais é a casa deles. Cerca de 75% dos profissionais pesquisados em São Paulo e na região Sul preferem acessar de casa e 68% nas regiões Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O uso das redes acontece em menor grau no trabalho, cerca de 50% em todas as regiões.

A região Sul se destaca como a que contempla maior número de jornalistas que acessam as redes sociais com maior freqüência: quase 32% dos entrevistados acessam acima de 3 horas semanais. Depois vem a região Sudeste, sem São Paulo, que vem logo em seguida – estatística que surpreende, pois o estado pertence à região com maior adesão a estas redes.

Conheça seus dados no Google Dashboard

Você já parou para pensar quantas ferramentas do Google[bb] você utiliza todos os dias? E os registros pessoais que você deixa nos sites? A empresa lançou seu novo produto, Dashboard, que disponibiliza todos os dados pessoais da sua conta no Google.

Ao acessar o site, eu soube, por exemplo, que possuo 803 contatos e 3.396 e-mail no Gmail[bb]. Eu enviei até hoje 1.052 e-mail e compartilhei 620 feeds no Google Reader. Segue o vídeo[bb] que apresenta o novo produto.

Vídeos sobre empresas de internet – 03

Na terceira parte da série de vídeos segue dos vídeos que são um pouco antigos. O primeiro vídeo conta um pouco sobre os projetos do Google[bb]sobre a computação nas nuvens. Já a rede social, Facebook[bb], é o tema da segunda reportagem.