Primeiros Jogos Olímpicos Sociais

Os Jogos Olímpicos de Londres serão um divisor de águas. Será pela primeira vez que as olimpíadas terão o impacto das mídias sociais. Nos Jogos de Pequim, em 2008, os principais sites sociais, Facebook e Twitter, não tinham o impacto como atualmente.

Assim, muitas pessoas já chamam a edição londrina como os “Jogos Sociais”. Confira este infográfico produzido pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) que ilustra como as mídias sociais tem contribuído para as mudanças na experiência nos Jogos Olímpicos para os fãs e atletas. Confira para ver como a cobertura evoluiu desde os primeiros Jogos modernos, em 1896, e conheça os atletas mais populares no Facebook e Twitter.

  

Pense antes de postar

Pense antes de postar. Tudo o que você publica na internet é visto por todo mundo. Quero dizer, todo mundo mesmo! Amigos, família, colegas, chefe, etc. A questão da privacidade é muito séria e depende, principalmente, dos seus dedos. A escolha é sua. Pense bem antes de apertar o botão “publicar”. Veja este vídeo e analise como as pessoas olham para as suas publicações.

Relação entre leitor e os veículos de comunicação

O jornalista Eugênio Bucci escreveu um artigo, muito esclarecedor, sobre a relação do leitor com os veículos de comunicação. Seja impresso ou online. Publicado no Estadão, o texto começa com um título provocativo: Caro leitor, você é cliente ou produto?
Para Bucci, não existe conteúdo jornalístico de graça. “Acontece que a gratuidade é mera aparência, ela de fato não existe. Quando a gente não paga nada em dinheiro, paga em olhar.”
Confira um trecho do artigo do jornalista Eugênio Bucci:

“Que a pergunta acima não lhe soe agressiva. Só o que ela pretende é indagar sobre a natureza da relação que cada um de nós mantém com os veículos que nos trazem informações jornalísticas todos os dias. Alguns são aparentemente gratuitos, como as emissoras de televisão aberta. Por outros é preciso pagar uma assinatura ou o preço do exemplar, tanto faz se esse exemplar chegue até nós pelo correio, pelas bancas ou pelos chamados tablets, como o iPad. O cenário é suficientemente óbvio: às vezes, a gente paga pelo que lê; outras vezes, não.

Acontece que a gratuidade é mera aparência, ela de fato não existe. Quando a gente não paga nada em dinheiro, paga em olhar. É aí que, em vez de cliente, a gente vira produto. Pensemos na televisão comercial de sinal aberto. Ela tem um modelo de negócio bastante conhecido: o que a sustenta é a receita de publicidade. A mercadoria essencial do negócio da televisão aberta é o tempo da programação que vende aos anunciantes. Em termos menos abstratos, o que ela comercializa, no fundo, é o olhar de seu público. Seu negócio é atrair olhar – em bom número e de algum poder aquisitivo – para depois vendê-lo aos anunciantes.

Nada de indigno nesse modelo, que é legítimo, legal e democrático. Apenas uma observação: nele o cliente é o anunciante; quanto a nós, o público, bem, somos o produto, somos aquilo que é vendido. Em troca da programação que recebemos da TV, nós a remuneramos com o tempo do nosso olhar que dedicamos aos filmetes de publicidade. Trata-se de um escambo consentido e consagrado. Tudo bem. Assim tem funcionado, de modo eficiente e lucrativo, ao menos até hoje.

Fórmulas híbridas

Pensemos agora na relação de troca que você mantém com seu jornal. A resposta é relativamente simples, embora híbrida. Aqui, você, leitor, é cliente, pois o exemplar que você tem agora nas mãos é pago. Ao mesmo tempo, você é produto, pois há publicidade à sua espera logo ali adiante, nas páginas mais à frente. Esses anunciantes pagaram para ter acesso aos seus olhos, para ter um ou dois segundos da sua atenção. Eles esperam que você, ao tomar conhecimento do que eles estão divulgando, compre algum serviço, alguma coisa. Claro, você tem absoluta consciência da expectativa deles. Estamos, então, falando de um jogo limpo, transparente.”

Aposta do Google para o mercado de plataformas sociais

Na semana passada o Google tornou a público mais uma tentativa de entrar no mercado de plataformas sociais. Estou esperando um convite para ter o meu primeiro contato e, assim, poder opinar sobre o site.

A princípio, as duas novidades do Google+ são o Circles e o Hangouts. O primeiro possibilita organizar os contatos, de forma intuitiva, por círculo de amizade. Assim, você pode compartilhar informações de acordo com seus interesses.

Já o Hangouts é um videochat. Nenhuma dessas ferramentas são novidades para os internautas, mais combinadas na mesma plataforma poderão ter mais utilidade do que separadas.

Agora, vamos esperar os próximos capítulos para mensurar o sucesso do Google+.

 

*Podemos debater os posts por meio dos comentários. Conheça melhor o autor do blog:
Jornalista Breno Barros
Twitter – @brenobarros
Fan Page – BrenoBarrosDigital

Lado sujo do mercado digital

As empresas que pretendem contratar os serviços das agências digitais têm que ter cautela antes de fechar algum contrato. Porque algumas “agências” utilizam de meios ilegais, totalmente antiéticos, para enganar os clientes com resultados maquiados.

Nesse caso, as empresas que enganam praticam a compra de seguidores no Twitter, “curtir” no Facebook e “gostei” no YouTube. A tática é para conseguir mais popularidade as mídias sociais e apresentar um resultado para o cliente.

A prática não é nova, mais ainda conta com diversos adeptos no mercado. Em entrevista ao Olhar Digital, um programador, que não quis se identificar, revelou como funciona o mercado negro digital.

O programador disse que por meio de falhas em sites, os hackers exportam senhas de email e conseguem acessar outros serviços, como Twitter ou Facebook. “Eles perceberam que muita gente usa a mesma senha para tudo, então seria fácil tentar acessar os perfis com as mesmas senhas exportadas”, explica. Com as senhas em mãos, eles conseguem manipular os perfis e fazer com que pessoas reais no microblog passem a seguir determinada conta.

O entrevista da Olhar Digital explica que a maioria dos clientes desse tipo de serviço são agências de marketing de guerrilha, marketing social e publicidade. “Elas costumam comprar seguidores e ‘Likes’ para seus clientes. Geralmente é para viralizar uma campanha e bombar alguma ação que estejam fazendo. Acho antiético, publicitário às vezes parece advogado querendo defender bandido”, diz.

Em outros casos, elas criam um aplicativo para o Twitter, prometendo que o internauta que autorizar o app na sua conta vai ganhar milhares de seguidores em 24 horas. A partir daí, os sites conseguem acesso aos perfis que autorizaram e criam uma base grande de pessoas, que podem ser vendidas mais tarde como novos seguidores para agências e marcas que paguem por isso. O internauta, no entanto, ganha poucos followers.

Para prevenir, as empresas têm a possibilidade de verificar se a popularidade aparente é verdadeira ou não, por meio de sites de análises como o TwitterCounter. Um baixo retorno de reply, por exemplo, pode indicar que o perfil não ganhou seguidores pela popularidade e sim usando alguma tática como essa. Outra dica é acompanhar a atividade do perfil, saber se a pessoa ou marca posta com frequência e se seus seguidores interagem com ele.

 

*Podemos debater os posts por meio dos comentários. Conheça melhor o autor do blog:
Jornalista Breno Barros
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Invasão das mídias sociais no BBB 10

O caderno Link do Estadão publicou hoje um artigo do colunista Pedro Dória, o mesmo vídeo do post abaixo que explica os e-books, que faz uma análise sobre o Big Brother Brasil e os novos participantes que já possuem certa reputação nas redes sociais na internet.

Segue um trecho do artigo:

“A anti-mídia social e a invasão no ‘Big Brother’

No momento em que o décimo Big Brother Brasil estrear, terça-feira à noite, as principais redes sociais da internet brasileira sofrerão uma transformação profunda. No jogo da TV Globo, estarão representados Twitter, Orkut, YouTube e Fotolog. (Aproveitem enquanto há tempo: Facebook é território livre de BBBs e afins.)

Será um encontro curioso: redes sociais e TV aberta são bichos com naturezas completamente distintas. A TV aberta é o cerne da mídia de massa e, nela, nenhum programa atinge os picos de audiência do BBB. É o momento do ano no qual a TV Globo deposita todas suas fichas publicitárias. Não é à toa.

A audiência de um programa popular assim se conta às dezenas de milhões. Mais do que isso, ele engole as conversas. O BBB tem seu jeito de monopolizar capas de jornal e revista, está presente nos diálogos de vários canais de televisão, incluindo concorrentes. Está na primeira página de inúmeros portais – principalmente os maiores –, nos rádios.

Nenhum programa da televisão brasileira investe tanto em promover a si próprio. Televisão, meio das massas, é por definição um veículo no qual o monólogo impera. Ele fala, os milhões ouvem e se calam. A TV precisa dominar o assunto. Não quer imprevistos: deseja o monopólio das atenções. É sua natureza.

Mídias sociais vão no sentido contrário. Um fala, todos podem responder. Num Twitter ou Fotolog, ninguém jamais é tão famoso que não possa ouvir um desconhecido e respondê-lo. Nunca se está distante, nos lemos uns aos outros o tempo todo.

As mídias sociais não são avessas a celebridades do mundo aqui fora. Mas tampouco são fáceis para elas. Não basta contratar um assessor que jogue uns torpedos. É preciso um senso de humor capaz de fazer graça de si mesmo, é preciso ser pessoal e interagir é fundamental. Na internet, a gente percebe quem não está de verdade ali no terceiro comentário. É um espaço que William Bonner dominou e no qual Xuxa se perdeu. Ela manteve a distância, não aguentou o contato próximo.”

Veja o artigo completo aqui.

Mídias sociais e o Ghost Writer

Quem trabalha em assessoria de imprensa sabe muito bem o que é um Ghost-Writer. A definição do termo na Wikipédia diz que Ghost-Writer (termo inglês “Escritor-Fantasma”) é como se chama à pessoa que, tendo escrito uma obra ou texto, não recebe os créditos de autoria – ficando estes com aquele que o contrata ou compra o trabalho.

assessoriadeimpresa

O trabalho de assessor de imprensa exige que você seja um escritor fantasma diariamente. Escrever artigo para jornal, discurso ou palestra, é um dos exemplos do trabalho de um assessor. Nesses casos quem ganhará os créditos sempre será o cliente.

Com a mídia social não é muito diferente. A tarefa de atualizar os perfis do Twitter, Orkut ou Facebook esta incumbida, em 98% dos casos, com alguém da assessoria.

Recentemente o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que: “Eu nunca usei o Twitter”. A declaração deixou muita gente frustrada. Logo o Barack, que chamou a atenção do mundo com campanha online na ultima eleição.

Se alguma celebridade atualiza todos os dias seus perfis e a todo o momento posta um comentário no twitter, você pode desconfiar. Pode ser um Ghost-Writer.

Imagem: gettyimages

Oba! Multimídia

Agora estou numa nova empreitada, aqui em Brasília, junto com a agência Oba!Multimídia, de Campina Grande (PB), especializada na comunicação em multimeios.

O que isso significa?

Geramos e produzimos soluções em comunicação, tendo o cliente como parceiro na construção do fortalecimento de suas marcas, e por conseqüência, seus empreendimentos. Fazemos também o trabalho de Assessoria de Imprensa, integrados às mídias sociais.

A Oba! acredita na comunicação integrada como diferencial, no posicionamento estratégico dos projetos e empresas em seus cenários de atuação.

Acesse o site para saber mais sobre a Oba! Multimídia

Alguns dos serviços que oferecemos:

  • Assessoria de Imprensa para o seu evento ou empresa;
  • Criação de site e blog institucional;
  • Criação ou repaginação de marca, cartão de visita e papelaria completa das empresas;
  • Elaboração e diagramação personalizada de Revista e Jornal.

Para mais informações Oba! Multimídia – soluções em comunicação:

Breno Barros

breno@obamultimidia.com