Transmedia é irreversível

Henry Jenkins

Para o pesquisador diretor do programa de mídia comparativa no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), Henry Jenkins, “o formato transmedia é irreversível”.

Henry é o autor de diversos livros sobre mídia que originou o nome transmedia storytelling, “Cultura da Convergência”. Em entrevista ao portal brasileiro IG, no começo do ano, Jenkins profetiza que “hoje a mídia habita diferentes plataformas com o mesmo conteúdo. Logo todo o conteúdo nessas diferentes plataformas conversarão entre si e se completarão, tornando-se transmídia”.

A entrevista é bem interessante. Aconselho a leitura a todos.

Foto: flickr/sylvar

Realidade aumentada para promover o filme Avatar

Já comentei anteriormente aqui no blog sobre Transmedia, ações de marketing que se estende em vários formatos. Ontem fui ao McDonald’s e pude experimentar a nova ação que promover o filme da Fox, Avatar. Os clientes da rede podem entrar no mundo virtual do filme usando a realidade aumenta.

Foram instalados computadores, uma TV de plasma e uma webcam, para os clientes posicionarem cartões, inseridos nas caixas dos hambúrgueres, que projeta a realidade aumentada para um jogo relacionado ao filme.

A ação é mundial. Segundo informações da rede, na Austrália o McDonald’s disponibiliza códigos escondidos em copos e bandejas. Na Europa, as fotos dos consumidores serão transformadas em
personagens de Avatar.

Transmedia: Experiência máxima do entretenimento

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é oTransmedia[bb]. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; cinema[bb], série de televisão,[bb] filmes para celular,[bb] videogames,[bb] quis, chats, comunidades virtuais,histórias em quadrinhos[bb] e outros subprodutos.

As histórias do James Bond[bb], Star trek[bb] e O Mágico de Oz[bb] são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia:

O mercado de entretenimento utiliza de todos os meios para chamar a atenção dos consumidores. O conceito que adoro é o Transmedia. Ele faz uma integração de diversos meios para contar uma história; Cinema, série de televisão, filmes para celular, videogames, quis, chats, comunidades virtuais, histórias em quadrinhos e outros subprodutos.

As histórias do James Bond, Star trek e O Mágico de Oz são experiências bem sucedidas de ações de Transmedia. Os contos nasceram de uma idéia e apropriaram-se das mais diversas mídias para estabelecer contato permanente com os consumidores.

A empresa que vem se destacando no mundo, com o trabalho da Transmedia, é brasileira. Ela é formada por alguns brasileiros e é oriunda do blog “Os Alquimistas estão chegando…”. O americano Mark Wardshaw, diretor de Transmedia da série americana Heroes, é um dos sócios da empresa de mídia. Em entrevista ao Meio e Mensagem, Wardshaw explica um pouco do seu trabalho em Transmedia.

“Nós criamos os produtos transmedia envolvendo todos os roteiristas da série para a TV e temos pessoas que depois aprofundam o que foi decidido para a internet e celular. E a gente faz isso simplesmente por que aumenta a audiência da série dentro e fora da TV, agrada as marcas que querem inovar e viabiliza os episódios que custam 5 milhões de dólares em média. Ou a gente tinha liberdade para sentar com as marcas e o roteiristas juntos ou não tinha cabimento fazer o site de uma série com um tema tão universal. O tema não pode se esgotar na TV. E as marcas precisam dizer pra gente o que querem diretamente. O briefing sozinho, dizendo comunicação 360 é o mesmo que nada”.

Veja também esses dois vídeos que mostram o trabalho de mídia: